Zines

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  • Cinco lições de história para antifascistas

    R$5,00

    O combate ao fascismo hoje começa pela capacidade de reconhecê-lo para além dos lugares-comuns

  • Alisando o nosso cabelo

    R$4,00

    Apesar das diversas mudanças na política racial, às mulheres negras continuam obcecadas com os seus cabelos, e o alisamento ainda é considerado um assunto sério.

  • Pedagogia Libertária “versus” Pedagogia Autoritária

    R$9,00

    Por serem duas pedagogias contrastantes, José Maria Carvalho Ferreira (https://www.facebook.com/josemaria.carvalhoferreira.1/) analisa o conteúdo e as formas mais representativas da pedagogia libertária que procuraram e/ou procuram superar a natureza negativa da pedagogia autoritária capitalista.

  • O Crepúsculo do Vanguardismo

    O Crepúsculo do Vanguardismo

    R$5,00

    Atitudes vanguardistas, mesmo sectárias, impregnaram-se tão intimamente no radicalismo acadêmico que é difícil dizer o que significaria pensar fora delas.

  • A educação vitimada – aproximação, desde uma alteridade irreparável, a educação comunitária indígena

    A educação vitimada

    R$5,00

    A melhor maneira de aprofundar a crítica do sistema oficial de ensino mexicano consiste em apresentar a formação autóctone que, desde a implantação das escolas no alvorecer do século XX, se pretende menosprezar, caracterizando-a como a sua competidora tradicional: a educação comunitária indígena.

  • Um anarquista no MIT

    R$5,00

    Publicada em 1996, na edição nº 2 da revista Red & Black Revolution, gira em torno da visão do pensador sobre a ideologia dominante e suas alternativas

  • Entender Poder

    R$2,00

    O poder é um dos aspectos mais esquivos do espaço político.

  • Entrevista de Hakim Bey à revista High Times

    R$4,00

    Entrevista de Hakim Bey à revista High Times

  • A escola pública numa perspectiva anarquista

    R$10,00

    A escola pública é comumente vista como uma escola estatal. Mas será necessariamente assim? Essa mediação do Estado entre a sociedade e a educação será, de fato, necessária? Este artigo pretende mostrar que não, explorando as propostas anarquistas de educação para mostrar a viabilidade de uma escola pública não-estatal.

  • A mecanização do cadáver – a má sorte dos animais

    R$4,00

    Uma analítica da história desenha territórios de saberes que evidenciam a atualidade de se pensar a espécie como problema político e o corpo como extensão onde a política instaura verdades. Dimensionada assim, a política permite combinar práticas sobre a pena de morte, sobre o homem como espécie diante de outras espécies, sobre saberes evolucionistas e criacionistas, como experimentação histórica sobre o presente.

  • Somos todos canibais

    R$2,50

    O canibalismo além da forma amestrada que conhecemos é também uma designação etnocêntrica se for compreendido como do humano, todos somos canibais.

  • Apresentação da antipedagogia

    R$4,00

    Oferecemos, em continuação, o primeiro capítulo de “A ciganidade apagada”, ensaio escrito desde o amor ao cigano de ontem, a solidariedade com os ciganos sublevados de hoje e a ânsia de um mundo que, ante o estranho, ante o distinto, ante quantos não se nos parecem, em lugar de desenhar dispositivos de “integração”, se contentara com a mais laxa das “convivências”.

  • A raça como crime cívico

    A raça como crime cívico

    R$8,00

    A exclusão dos Negros em épocas mais remotas sugere que a negritude e mais bem compreendida como o crime cívico primevo da América.

  • A Colmeia uma experiência pedagógica anarquista

    A Colmeia uma experiência pedagógica anarquista

    R$3,00

    Muito mais que uma “escola”, A Colmeia tornou-se uma cooperativa integral, auto-sustentada, na qual o saber e o conhecimento estavam intrinsecamente vinculados à prática, ou seja, à criação dos próprios meios necessários para a sua existência autônoma, principalmente em relação ao Estado ou qualquer outra instituição que a tutelasse.

  • Os 36 estratagemas

    Os 36 estratagemas

    R$3,00

    As 36 estratégias apresentadas aqui são fruto de tradições orais populares da China antiga. Não são o trabalho de uma única autoria, como A Arte da Guerra – embora, mesmo no caso deste último, muitas pessoas também alegam que Sun Tzu não foi seu único autor. Com um pouco de criatividade, quase todas as estratégias podem ser aplicadas a praticamente qualquer situação, de guerrilhas expropriadoras à protestos de rua, de projetos auto-geridos à insurreições populares. Sendo assim, anarquistas também podem tirar proveito desse material.

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