Zines

Exibindo 106–120 de 140 resultados

  • Entrevista de Hakim Bey à revista High Times

    R$4,00

    Entrevista de Hakim Bey à revista High Times

  • GREVE

    R$1,00

    O patrão depende de nosso trabalho.

  • Falando em línguas: uma carta para as mulheres escritoras do terceiro mundo

    R$5,00

    Não é fácil escrever esta carta. Começou como um poema, um longo poema. Tentei transformá-la em um ensaio, mas o resultado ficou áspero, frio. Ainda não desaprendi as tolices esotéricas e pseudo-intelectualizadas que a lavagem cerebral da escola forçou em minha escrita. Como começar novamente? Como alcançar a intimidade e imediatez que quero? De que forma? Uma carta, claro.

  • La violencia espistémica

    R$5,00

    La exigencia de aprender la lengua y la cultura del colonizador es pieza central de los proyectos imperialistas, de tal modo que esa lengua y esa cultura sean también las únicas de los colonizados.

  • A fúria das garotas punks

    R$3,00

    Em meados de 1990, algumas jovens punks, esgotadas com uma conduta machista preponderante em meio ao punk, começaram a inventar maneiras de resistir e enfrentar estas condutas. As práticas instauradas por essas garotas produziram o que veio a ser conhecido como o movimento riot grrrl.

  • Das canções barulhentas que animam rebeldes

    R$2,00

    A proximidade do punk com a autogestão e os anarquismos não foi mera coincidência ou afinidade ideológica: se tocaram pelo jeito de fazer as coisas e de se inventar no mundo.

  • Cinema e sexualidade

    R$4,00

    Distintas posições-de-sujeitos e práticas sexuais e de gênero vêm sendo representadas, nos filmes, como legítimas, modernas, patológicas, normais, desviantes, sadias, impróprias, perigosas, fatais. Ainda que tais marcações sejam transitórias ou, eventualmente, contraditórias, é possível que seus resíduos e vestígios persistam, algumas vezes por muito tempo, e que venham a assumir significativos efeitos de verdade. Recorro a filmes dirigidos ao grande público para analisar representações recorrentes no cinema (a partir dos anos 1950) e transformações que vêm sendo observadas nas últimas décadas.

  • A servidão voluntária revisitada

    R$7,00

    O artigo investiga o problema da servidão voluntária e explora suas implicações na atual teoria política radical, assumindo que o desejo pela própria dominação mostrou-se um significativo obstáculo para os projetos revolucionários de libertação humana.

  • Não existe governo revolucionário

    R$2,50

    O governo em si é uma relação de classe. Você não pode abolir a sociedade de classes sem abolir a assimetria entre governante e governado. A economia é apenas uma das muitas esferas em que os diferenciais de poder codificados são impostos por meio de construções sociais; a política é outra. A propriedade privada do capital é para a economia o que o poder estatal é para a política.

  • Entrevistas com anarquistas sobre o movimento dos coletes amarelos

    R$6,00

    Essas entrevistas “tem como objetivo provocar-nos, porque as posições e análises apresentadas são plurais e entram as vezes em contradição umas com as outras. Em todo caso, nos convidam a tomar parte da ação insurrecional, reafirmam que frente à violência quotidiana de um Estado que acredita ser todo poderoso, a passividade e o pacifismo não são uma opção válida”.

  • Abaixo ao desenvolvimento sustentável! Viva o decrescimento convivial!

    R$4,00

    O decrescimento deveria ser organizado não somente para preservar o meio ambiente, mas também para restaurar o mínimo de justiça social, sem a qual o planeta está condenado à explosão.

  • Guerra ao estado: o anarquismo de Stirner e Deleuze

    R$7,00

    O artigo explora as convergências entre Max Stirner e Gilles Deleuze em suas críticas ao Estado e à autoridade a partir da perspectiva da teoria pós-estruturalista.

  • A repressão ao anarquismo na rússia soviética

    R$4,00

    A perseguição aos anarquistas russos e ucranianos, pelo governo comunista, após 1917, enuncia os efeitos da revolução que, lutando contra uma ordem, a redimensionava como governo sobre todos. Os anarquistas silenciados na Rússia, pelas perseguições, conspirações e ciladas, ou traídos na Ucrânia, afirmam, na época dos acontecimentos, uma vontade libertária que não se cala diante do autoritarismo, mesmo que revolucionário.

  • Revele-se

    R$3,00

    David Graeber, antropólogo anarquista, revigora a discussão anti-utilitarista sob a perspectiva do pensamento de Mauss elencando uma crítica à intelectualidade moderna e, ao mesmo tempo, ao utilitarismo, tomando o grupo fundado por Alain Caillé, o MAUSS, como um dos últimos antagonistas da ciência econômica que, segundo Graeber, seria a religião da modernidade.

  • A tragédia russa

    R$8,50

    Neste artigo Berkman apontou a situação e as condições prevalecentes na Rússia como sendo muito diversas do que se divulgava pelo mundo entre os simpatizantes da revolução.

Exibindo 106–120 de 140 resultados