A fúria das garotas punks

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Em meados de 1990, algumas jovens punks, esgotadas com uma conduta machista preponderante em meio ao punk, começaram a inventar maneiras de resistir e enfrentar estas condutas. As práticas instauradas por essas garotas produziram o que veio a ser conhecido como o movimento riot grrrl.

A fúria das garotas punks
Flávia Lucchesi
16 páginas

Em meados de 1990, algumas jovens punks, esgotadas com uma conduta machista preponderante em meio ao punk, começaram a inventar maneiras de resistir e enfrentar estas condutas. As práticas instauradas por essas garotas produziram o que veio a ser conhecido como o movimento riot grrrl. Diante do estupro e das violências exercidas sobre os corpos de meninas e mulheres, por meio do girl power, lidaram com a segurança como safety e com o sexo liberado. No entanto, no interior da sociedade de controle, são percebidas rápidas capturas e, ainda, metamorfoses do riot grrrl, entendido aqui com auxílio do conceito de máquina de guerra de Deleuze e Guatarri. Este artigo pretende analisar estas capturas e a produção de novas linhas de fuga do riot grrrl.


Disponível em Revista Verve

Peso 20 g
Dimensões 1 × 14 × 21 cm

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