Fanon – Dos debates às barricadas

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A violência é, dessa maneira, compreendida como a mediação régia. O homem colonizado liberta-se na e pela violência. Esta práxis ilumina o agente porque lhe indica os meios e o fim.

Como a pretensão de estabelecer uma análise inicial sobre o tema, tendo como pano de fundo a fundamentação da legitimidade da violência na agência de resistência da sociedade civil diante do Estado e do Capital, o pensamento político do Frantz Fanon ocupa uma posição central na análise. Para o pensador martinicano, “A violência é, dessa maneira, compreendida como a mediação régia. O homem colonizado liberta-se na e pela violência. Esta práxis ilumina o agente porque lhe indica os meios e o fim.”; isto é, o único mecanismo de libertação que se apresenta como alternativa à dialética colono-colonizador. Fanon não trata de processos democráticos, mas de lutas emancipatórias, especificamente em relação ao colonialismo europeu em territórios africanos, mas isso não inviabiliza seu argumento sobre a legitimidade da violência da resistência na tensão presente entre Estado e sociedade civil.

Dos debates às barricadas: sobre política, violência e democracia. Uma breve compreensão sobre o sentido de violência em Frantz Fanon
Maria Stella D’Agostini
Biblioteca Anarquista Lusófona
24 páginas


Disponível em Biblioteca Anarquista Lusófona.

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