O ruído infame das ecologias menores: o grindcore e as relações entre meio ambiente e educação

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A intenção deste texto é promover um diálogo entre a ecologia, a educação e o grindcore, partindo da concepção desse último como um criador de perspectivas ambientais e formativas menores e libertárias, não alinhadas às perspectivas hegemônicas e institucionalizadas.

O grindcore é uma dissidência mestiça do punk e do heavy metal, em suas vertentes mais rápidas e pesadas, surgidas nos anos 80. A brutal cacofonia marca sua postura anticomercial, e as perspectivas libertárias de suas capas e letras expõe a radicalidade de seu posicionamento político. A intenção deste texto é promover um diálogo entre a ecologia, a educação e o grindcore, partindo da concepção desse último como um criador de perspectivas ambientais e formativas menores e libertárias, não alinhadas às perspectivas hegemônicas e institucionalizadas. Os conceitos de infâmia e “saberes insurrectos” sugeridos por Michel Foucault possibilitam potencializar o grindcore como agente de construção de outras verdades e histórias.

O ruído infame das ecologias menores: o grindcore e as relações entre meio ambiente e educação
Rodrigo Barchi
32 páginas


BARCHI, Rodrigo. O ruído infame das ecologias menores: o grindcore e as relações entre meio ambiente e educação. Revista do Lhiste- Laboratório de Ensino de História e Educação, v. 4, n. 6, 2017.

Disponível em Revista do Lhiste – Laboratório de Ensino de História e Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

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