Recusa à autoridade: visualidade e contravisualidade na formação anarcopunk

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Recusa à autoridade discute as práticas de formação da pedagogia libertária construindo a recusa à segregação e a busca por autonomia.

Mauricio Remígio, em “Recusa à autoridade: visualidade e contravisualidade na formação anarcopunk”, discute as vivências anarcopunks como práticas de formação no âmbito da pedagogia libertária, conduzidas por princípios de negação da autoridade, não hierarquização e coletividade: sem líderes e sem mestres. Trata-se de uma formação que contesta modos de ver dominantes por meio de práticas sociais. A vivência anarcopunk se configura através de processos sociais, nos quais o conhecimento construído informa e articula a visão com uma conotação política, construindo contravisualidades na recusa à segregação e na busca por autonomia.

Recusa à autoridade: visualidade e contravisualidade na formação anarcopunk
Maurício Remígio
Monstro dos Mares
32 páginas

Para citações acadêmicas utilize o artigo original, conforme referência:
REMÍGIO, Maurício. Recusa à autoridade: visualidade e contravisualidade na formação anarcopunk. In: ARAÚJO, Luciano Magnus de; COSTA, Silvia Carla Marques (Org.). Cultura, Imagem e Contextos: processos de pensamento e pesquisa na Antropologia, Sociologia e Artes Visuais. Macapá: UNIFAP, 2021. p.151-176. Disponível em https://www2.unifap.br/editora/files/2021/07/cultura-imagem-e-contextos.pdf


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