antropologia

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  • Sobre o fenômeno dos trabalhos de merda

    R$1,00

    Um texto do antropólogo David Graeber que explica porque é que em vez de diminuir, o horário de trabalho não para de crescer.

  • O índio no cinema brasileiro e o espelho recente

    R$32,00

    Em O índio no cinema brasileiro e o espelho recente, Juliano aborda a representação de personagens indígenas no cinema ficcional brasileiro, fornecendo de um levantamento dos filmes que apresentam tais personagens. Esse levantamento começa em 1911, quando Juliano identifica o primeiro filme de ficção com personagens indígenas, atravessando as décadas até chegar aos anos 2000.

  • Dialética perspectivista anarcoindígena

    Dialética perspectivista anarcoindígena

    R$15,00

    Apontando semelhanças entre reflexões de Proudhon e Lévi-Strauss, o autor demonstra a possibilidade da influência anarquista na antropologia. Desvios da política emergem e assinalam contribuições teóricas e organizacionais dos indígenas para o anarquismo, com especial atenção às alternativas dos A’uwe-Xavante.

  • Futuro primitivo

    R$10,00

    O Futuro Primitivo é, para nós, a obra mais marcante de John Zerzan. Para além de refletir uma revisitação teórica da Pré-História, ataca violentamente as ideias preconcebidas da antropologia oficial e dá-nos a possibilidade de encontrar uma tênue saída para a catástrofe iminente.

  • O anarquismo no século 21

    R$23,00

    Está cada vez mais claro que a era das revoluções não acabou. E torna­-se da mesma forma evidente que o movimento revolucionário global no século XXI terá origens que remontam menos à tradição do marxismo, ou mesmo do socialismo no sentido estrito, que à do anarquismo. Em todo lugar, do Leste Europeu à Argentina, de Seattle a Bombaim, as ideias e os princípios anarquistas geram novos sonhos e visões radicais.

  • david graeber

    Fragmentos de uma Antropologia Anarquista

    R$24,00

    Por toda parte o anarquismo encontra-se renascendo, florescendo outra vez enquanto filosofia e prática política de transformação social, futura e cotidiana.

  • Para distinguir amigos e inimigos no tempo do antropoceno

    R$4,00

    Apesar de suas ciladas, o conceito de Antropoceno oferece uma via poderosa, se usado de maneira sensata, de evitar o perigo de naturalização ao mesmo tempo em que assegura que o antigo domínio do social – o domínio do “humano” – seja reconfigurado como sendo a terra dos Terráqueos ou dos Terranos.

  • Trilhas dos imaginários sobre os indígenas e demografia antiautoritária

    R$40,00

    Esta é uma tentativa de realizar um experimento de antropologia anarquista, juntamente aos Mebengokré (Kayapó). Percorre-se um caminho que relaciona as imagens construídas sobre os povos indígenas, suas classificações e articulações com os poderes e suas respectivas instituições desde os primeiros contatos da conquista. Logo vem uma reflexão sobre os desdobramentos dessas imagens e articulações na transformação das instituições políticas, na historia, no espaço e no território.

  • A maneira mais simples de desobedecer ao mundo financeiro é recusar pagar as dívidas

    R$2,00

    Esta entrevista do antropólogo, economista, militante libertário e um dos elementos fundadores e integrantes do “Occupy Wall Street”.

  • Da importância de levar a sério o que as pessoas dizem

    R$6,00

    Esta é uma reflexão que paira entre a antropologia e a filosofia, sobre a escuta, o perspectivismo e a arte de levar a sério o que as pessoas dizem.

  • Revele-se

    R$3,00

    David Graeber, antropólogo anarquista, revigora a discussão anti-utilitarista sob a perspectiva do pensamento de Mauss elencando uma crítica à intelectualidade moderna e, ao mesmo tempo, ao utilitarismo, tomando o grupo fundado por Alain Caillé, o MAUSS, como um dos últimos antagonistas da ciência econômica que, segundo Graeber, seria a religião da modernidade.

  • Pierre Clastres: fragmentos de ética anarquista

    R$3,50

    Pouco mais de quarenta anos depois da morte de Pierre Clastres, este artigo se volta sobre alguns de seus conceitos fundamentais, tendo em vista a análise de uma série de conexões entre o seu pensamento e o dos autores clássicos do anarquismo, Piotr Kropotkin e Pierre-Joseph Proudhon. Dessa forma, procura fazer avançar a hipótese de que, antes de ser uma vertente disciplinar, é possível pensar a antropologia anarquista como uma perspectiva ética que faz das diversas formas de sociabilidade seu campo de pesquisa acerca da desobediência voluntária.

  • Vestígios de uma escrita marginal

    R$20,00

    Este texto visa apresentar uma discussão teórica e metodológica sobre o fenômeno da pixação no Brasil, além de dados referentes a pesquisa de campo realizada em Curitiba em torno dessa prática.

  • Somos todos canibais

    R$2,50

    O canibalismo além da forma amestrada que conhecemos é também uma designação etnocêntrica se for compreendido como do humano, todos somos canibais.

  • Epistemologia da laje

    Epistemologia da laje

    R$9,00

    Com base no referente “favela carioca”, a hipótese sugerida é de que a laje, empírica e conceitualmente, permite deslocamentos epistêmicos que desestabilizam dualismos seculares.

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