Conhecimento é coisa viva. Com essa provocação, a Monstro dos Mares lança a campanha de financiamento coletivo para publicar Por uma epistemologia orgânica, novo livro de Laura Mendes. O ensaio propõe uma reflexão original sobre as formas como aprendemos, produzimos conhecimento e nos relacionamos com o mundo, questionando a ideia de que o saber pode ser reduzido a um conjunto de conceitos abstratos, neutros ou separados da vida.
Inspirada pelas reflexões de Antônio Bispo dos Santos e por diferentes tradições de pensamento contracolonial, a autora investiga a possibilidade de um conhecimento orgânico: um saber que nasce da relação entre corpo, território, comunidade, experiência e mistério. Ao longo do livro, conceitos como aproximação, atenção, reverberação, correspondência e incorporação ajudam a construir uma filosofia do conhecimento enraizada na vida cotidiana e aberta à complexidade dos encontros.
Mais do que uma crítica às formas hegemônicas de produção do saber, Por uma epistemologia orgânica é também uma aposta em outras maneiras de pensar, aprender e existir. Entre rios, florestas, memórias e relações, o ensaio convida leitoras e leitores a imaginar conhecimentos que não buscam dominar o mundo, mas aprender com ele. Trata-se de uma obra que dialoga com a filosofia, a ecologia, os estudos decoloniais e as experiências concretas de comunidades que constroem saberes em estreita relação com seus territórios.
A campanha de financiamento coletivo está aberta até 10 de agosto. Ao apoiar o projeto, você ajuda a viabilizar a impressão do livro, fortalecer a produção editorial independente e ampliar a circulação de ideias que frequentemente permanecem fora dos grandes circuitos acadêmicos e comerciais. Para participar, acesse: https://apoia.se/epistemologia-organica. Cada apoio ajuda a fazer este livro acontecer e a colocar mais um conhecimento vivo em circulação.
A editora Monstro dos Mares é muito mais do que um projeto editorial: é uma construção política, cultural e social comprometida, de forma ativa e contínua, com a promoção da diversidade, da inclusão e da visibilidade de vozes historicamente marginalizadas. Nossa proposta editorial reflete esse compromisso ao abraçar temáticas que atravessam os campos da teoria queer, dos feminismos, da decolonialidade, das lutas anticapitalistas e das produções acadêmicas e culturais realizadas por pessoas da comunidade LGBTQIAPN+.
Para nós, inclusão não significa apenas abordar determinados temas, mas também abrir espaço real para diferentes experiências, perspectivas e formas de produzir conhecimento. Buscamos valorizar autoras, autores e autorxs cujas vozes muitas vezes foram silenciadas ou tiveram pouco acesso aos circuitos tradicionais de publicação, contribuindo para um campo editorial mais plural, crítico e representativo.
A aposta em uma atividade editorial que valoriza a pluralidade de identidades, experiências e saberes não é apenas uma escolha estética ou convencional. É, antes de tudo, uma decisão ética e política. Ao abrir espaço para vozes dissidentes, a Monstro dos Mares contribui para desconstruir paradigmas normativos, questionar estruturas opressoras e fortalecer uma cultura de inclusão, respeito e dignidade.
Esse compromisso se traduz não apenas nos temas abordados, mas também nas práticas cotidianas da editora: desde os processos colaborativos de produção dos livros até a escolha de autoras, autores e coletivos que constroem saberes fora dos espaços tradicionais de legitimação. Publicar trabalhos acadêmicos, literários e políticos produzidos por pessoas LGBTQIAPN+, negras, indígenas, periféricas e outras identidades dissidentes significa fortalecer redes de apoio, circulação de conhecimento e resistência dentro das redes de editoras anarquistas.
Entendemos que ampliar o acesso à publicação e à circulação de ideias é parte fundamental de um projeto editorial comprometido com a inclusão. Por isso, buscamos criar condições para que diferentes vozes possam não apenas ser ouvidas, mas também reconhecidas como produtoras legítimas de conhecimento, cultura e pensamento crítico, contribuindo para um campo editorial mais diverso, aberto e socialmente comprometido.
A Monstro dos Mares entende que editar livros é também construir futuros possíveis. É garantir que vozes silenciadas historicamente possam ocupar espaços, disputar relatos e reimaginar o mundo. Nossas publicações não apenas refletem questões de identidade, gênero, raça e classe, mas também contribuem ativamente para os debates sobre justiça social, direitos humanos e transformação social.
O compromisso com a diversidade humana não é apenas ético e político, mas também estético, poético, um pacto pela própria construção do saber, já que essas pessoas carregam nas suas escritas formas de existir, habitar e refletir sobre o mundo que produzem uma maior riqueza de conhecimento. Acreditamos que a imaginação move o mundo, inventa futuros, adia o fim do mundo, e cremos que a coletividade e a diversidade são as pontes necessárias para transpor a nossa atual crise de imaginação imposta pelo capitalismo colonial.
Ao apostar na inclusão como princípio editorial, buscamos ampliar quem pode contar histórias, produzir teoria e compartilhar experiências. Acreditamos que o campo do livro deve ser um espaço aberto à diversidade de perspectivas e trajetórias, onde diferentes sujeitos possam se reconhecer e participar da construção coletiva do pensamento crítico e da imaginação política.
Ao se posicionar de forma evidente e comprometida, ampliamos a representatividade nas redes de editoras e inspiramos outras iniciativas a repensar seus próprios papéis na construção de uma sociedade mais justa, plural e diversa.
A editora Monstro dos Mares segue firmando seu compromisso com uma cultura editorial antidiscriminatória, descentralizada e horizontal. Nosso catálogo é, ao mesmo tempo, uma ferramenta de resistência e um convite à reflexão, à escuta e à construção coletiva de um mundo em que todas as existências sejam reconhecidas, celebradas e respeitadas.
Entendemos que esse compromisso é um processo contínuo, que se constrói no diálogo, na abertura e na disposição de aprender com as diferentes experiências que atravessam nossa comunidade. Por isso, buscamos manter a editora como um espaço vivo de encontro, onde a diversidade de vozes não apenas encontra lugar, mas também ajuda a orientar os caminhos que seguimos construindo coletivamente.
Ao tratar o cinema como espaço de produção de sentidos, memória e disputa simbólica, o livro propõe uma leitura crítica e sensível sobre representação, decolonialidade e modos de imaginar o mundo. É uma pesquisa que dialoga com quem se interessa por cinema, estudos indígenas, imagem e pensamento latino-americano.
O livro está disponível por valor promocional durante o financiamento coletivo, e a campanha também reúne outras obras do autor, além de opções com múltiplos exemplares para compartilhar, presentear ou dividir com amizades.
Apoiar esta campanha é contribuir para a circulação de pesquisas independentes, para o fortalecimento da edição autônoma e para a ampliação de debates sobre representação e cosmologias ameríndias no cinema.
A Editora Monstro dos Mares convida leitoras e leitores a conhecerem a campanha de financiamento coletivo do livro Brasil negro insurgente: anarquistas e socialistas libertários pretos e pardos da Primeira República, disponível na plataforma Catarse. A publicação reúne histórias de homens e mulheres negros, pardos e indígenas que atuaram nas lutas libertárias do início do século XX, resgatando trajetórias apagadas pela historiografia oficial.
Resultado de um extenso trabalho de pesquisa, o livro revisita personagens e movimentos que construíram uma genealogia afro-brasileira da insurgência. Mais do que exceções em um cenário dominado por figuras brancas e imigrantes europeus, esses sujeitos revelam a presença negra no coração das lutas por liberdade, igualdade e justiça social. Cada biografia é um gesto de resistência e uma recusa ao esquecimento.
A publicação parte de uma pergunta simples e incômoda: onde estão os libertários negros na história do Brasil? Ao reconstruir as respostas, o autor questiona as explicações racistas que tentaram apagar a contribuição das populações negras às ideias revolucionárias.
Ao apoiar a campanha, você ajuda a tornar possível a impressão e a distribuição independente desta obra, sem concessões a grandes grupos editoriais ou interesses de mercado. Cada contribuição fortalece um projeto coletivo comprometido com a diversidade, a inclusão e a memória das resistências.
Apoiar Brasil negro insurgente: anarquistas e socialistas libertários pretos e pardos da Primeira República é afirmar que a história libertária também tem rosto negro. Conheça a campanha, compartilhe e ajude a construir um futuro em que a memória e a liberdade caminhem juntas. Acesse: https://catarse.me/brasilnegroinsurgente
Vivemos um tempo em que as grandes plataformas digitais moldam a maneira como nos comunicamos, nos organizamos e imaginamos o mundo. Mas há caminhos alternativos. O Mastodon é uma dessas possibilidades: uma rede social descentralizada, construída com base em princípios de liberdade, cooperação e autonomia.
Diferente das redes centralizadas, o Mastodon funciona por meio de instâncias federadas. Isso significa que qualquer pessoa ou coletivo pode hospedar sua própria instância, com regras e políticas próprias, mantendo a interoperabilidade com as demais. É uma arquitetura que se inspira no funcionamento do e-mail: você pode ter uma conta em um servidor e, ainda assim, se comunicar com pessoas de outros servidores.
Essa infraestrutura distribuída não apenas evita a concentração de poder, mas também protege a diversidade e amplia o controle das comunidades sobre seus próprios ambientes digitais. Em vez de algoritmos que priorizam o engajamento e a vigilância, o Mastodon promove uma experiência de rede mais ética, transparente e acolhedora.
A Editora Monstro dos Mares acredita na importância de fortalecer ecossistemas digitais alternativos e livres. É por isso que também estamos por lá. Nosso perfil no Mastodon é um espaço para compartilhar reflexões, lançamentos, provocações e desejos de transformação radical da vida. Um convite para imaginar outros mundos possíveis, também nas redes.
No dia 18 de junho, completam-se dez anos desde a partida de nosso querido amigo Kynhu Prestes, um dos fundadores da Editora Monstro dos Mares. Sua ausência ainda ecoa fortemente entre nós, deixando uma saudade que não se apaga com o tempo. A memória de Kynhu permanece viva em cada gesto coletivo, em cada palavra impressa, em cada ato de solidariedade que construímos juntos e juntas.
Seu falecimento foi um duro golpe para todas as amizades, e também um chamado à reflexão sobre o quanto precisamos cuidar mais uns dos outros, estar atentos aos sinais de sofrimento e valorizar nossa saúde mental, muitas vezes negligenciada em meio às lutas e urgências do cotidiano.
Kynhu foi muito mais do que um companheiro de militância. Ele foi presença constante e vibrante nas ruas, nas reuniões, nas ocupações, nas feiras e nos encontros culturais. Seu compromisso com a transformação social era inabalável. Sempre disposto a ouvir, a somar, a construir coletivamente — ele fazia da luta um gesto de afeto e resistência. Participava ativamente das ações no bairro, na vila, no centro, e em tantos outros espaços onde se fazia necessário levantar a voz contra as injustiças.
A Editora Monstro dos Mares carrega em sua essência muito do que Kynhu acreditava: o poder das ideias, o acesso ao conhecimento, a construção de redes de apoio e a valorização das vozes invisibilizadas. Sua contribuição permanece viva em cada projeto que levamos adiante, em cada livro que publicamos, em cada debate que fomentamos.
Também tuas amizades do Levante Popular da Juventude guardam com carinho e respeito a memória de Kynhu como um de seus companheiros mais generosos e engajados. Seu legado nos inspira a continuar lutando por um mundo mais justo, mais humano e mais solidário.
Dez anos depois, seguimos sentindo sua falta. Mas também seguimos cultivando sua memória como semente de esperança, coragem e transformação. Com amor e saudade, lembramos sempre de ti, Kynhu. Obrigado por tudo.
Anarquia na era dos dinossauros, publicado pela Curious George Brigade e que agora ganha versão em português brasileiro pela Monstro dos Mares, é um mergulho nas crônicas da anarquia que já vive e ressoa por todo o mundo.
Alguns dos incontáveis disfarces usados pela Autoridade são o Capitalismo, o Estado e a Hierarquia. Mas o que virá depois dos dinossauros? A resposta: a anarquia.
Das favelas da América do Sul à Resistência Francesa na Segunda Guerra Mundial, passando pelos motins no exército estadunidense na Guerra do Vietnã, Anarquia na era dos dinossauros é sobre e para os anarquistas de hoje. Defendendo a descentralização, o caos, o apoio mútuo e as asas das borboletas, entre muitas outras coisas, os textos neste livro dão vida a táticas e estratégias para uma resistência eficaz contra os dinossauros atuais.
Anarquia na era dos dinossauros The Curious George Brigade Monstro dos Mares 166 páginas Papel pólen natural de 80g, orelhas de 7 cm.
Capa colorida com ilustração de Jane Herkenhoff (@jane.herkenhoff) Tradução de DaVinci, anônimo e Monstro dos Mares Revisão e preparação: Caronte Mayer Diagramação: Baderna Jaime
Nós, da Curious George Brigade, escrevemos este livro, propositalmente, não como mais um manifesto, ou como um livro chato da história anarquista morta. Na verdade, escrevemos este livro para ser um sopro de ar fresco, um testemunho da anarquia viva. Declaramos na primeira página que devemos esquecer a Guerra Civil Espanhola e continuar nosso ataque à tradição, anarquista ou não, a partir daí.
A anarquia, pelo menos nas páginas dos livros, está sofrendo com muitos historiadores pesados e teóricos hipócritas. Para quebrar esse molde, este livro se concentra em exemplos vivos de anarquia. Escrevemos este livro porque o que está acontecendo hoje é mais importante do que o que aconteceu há várias décadas ou algum esquema utópico distante para o futuro. Ao contrário de alguns anarquistas, não perdemos a esperança… todos ao nosso redor são anarquistas cheios de esperança de mudança. A beleza disso é que os anarquistas estão fazendo isso sozinhos, mudando o mundo.
O mínimo que podíamos fazer era documentar isso e tentar dar voz a essas pessoas comuns que estão fazendo coisas extraordinárias. Também não poupamos esforços contra os inimigos da anarquia: tudo, desde reuniões longas e chatas até o simbolismo disfarçado de divulgação. Lutando pela honestidade, reconhecemos muitos dos maus hábitos de obediência, adoração contínua ao líder, eficiência e delírios de controle. Todos esses são hábitos dos dinossauros, sobras do Capitalismo e do Estado.
No entanto, anarquistas estão conquistando vitórias concretas todos os dias, formando comunidades de resistência, transformando suas vidas cotidianas em veículos para a revolução, criando novos mitos que ressoam com honestidade e coragem. E eles mesmos fazem isso, contra a corrente de uma sociedade baseada em especialistas pagos.
Nós bancamos o que falamos. Este é um projeto faça-você-mesmo. Muito tempo e esforço foram dedicados a encontrar a palavra certa, criar a imagem certa e ajustar essas margens. Esperamos que goste!
Neste fim de ano, a Editora Monstro dos Mares tem a alegria de trazer ao público brasileiro a tradução para o português do livro 10 perguntas sobre o anarquismo , escrito pelo jornalista e pesquisador independente francês Guillaume Davranche.
Lançado na França em 2020, o livro já vendeu mais de dez mil cópias em seu país de origem. Escrito para diversos públicos, Davranche apresenta perspectiva detalhada das diferentes abordagens do anarquismo sobre temas fundamentais como economia, ecologia, feminismos, democracia, organização e ação.
Além disso, fornece um panorama sobre perfis de militantes ao redor do mundo – da Coreia ao México, da Argélia à Espanha. Ao resgatar a história de figuras que ajudaram a moldar o movimento anarquista ao longo do tempo, ampliam-se as compreensões das estratégias e impactos do anarquismo em diversos contextos revolucionários.
O texto da edição que apresentamos vem diretamente do original em francês intitulado Dix questions sur l’anarchisme, cujos direitos foram gentil e generosamente cedidos ao Centro de Cultura Libertária da Amazônia e à Monstro dos Mares. Desejamos que este livro se torne mais uma ferramenta de expansão do conhecimento político não apenas entre iniciantes com o intuito da autoinstrução, mas também entre quem se dedica à prática de educações abertas às dissidências.
10 perguntas sobre o anarquismo Guillaume Davranche CCLA + Monstro dos Mares 120 páginas Miolo: papel off white, 80 g Capa: papel cartão 300 g, colorido Lombada quadrada, fresado, PUR Impresso em gráfica ISBN: 978-65-86008-40-1
Fortalecer o lançamento do livro
10 perguntas sobre o anarquismo apresenta as diferentes abordagens do anarquismo sobre temas fundamentais e os perfis de vinte militantes ao redor do mundo que ajudaram a moldar o movimento anarquista ao longo do tempo.
A Monstro dos Mares, uma editora de publicações anarquistas, agora está em Cachoeira do Sul/RS, cidade onde foi fundada em junho de 2013. Após oito anos no Paraná, onde aprendemos muito sobre processos editoriais, produção artesanal, distribuição e, principalmente, a criação de comunidades por meio do livro impresso e suas possibilidades, retornamos ao interior e iniciamos a implementação de mudanças significativas em nosso modo de produzir.
Com o passar dos anos, novas necessidades e configurações demandaram novas soluções. Hoje, precisamos encontrar maneiras de continuar existindo como coletivo editorial em um momento de distâncias – e isso afeta diretamente as nossas possibilidades de produção artesanal.
Por isso, todas as publicações passaram a ser produzidas em gráfica e conforme a demanda de pedidos em nossa loja. Além disso, alguns livros estão disponíveis em diferentes marketplaces.
Para realizar essa transição, foi necessária uma reformulação de nosso catálogo, que passa agora a ser constituído apenas de livros. Os zines que integravam o catálogo da Monstro dos Mares passarão a ser produzidos pelas amizades da Impressora Anarquista, de Goiânia/GO.
A Monstro dos Mares continua produzindo com a mesma radicalidade desses 11 anos, e celebramos as cinco impressoras, a impressão de um milhão de folhas e a produção de milhares de livros e zines artesanais.
Neste novo capítulo, nos dedicaremos a encontrar novos títulos, elaborar mais textos e lançar publicações que possam contribuir com a educação e as ideias de quem está fazendo o século 21, seja na escola, nos movimentos sociais, nas universidades, no trabalho, no campo ou na cidade.
Içamos nossas velas, mais uma vez navegando sonhos e desejos em direção à Utopia, na companhia das amizades com quem compartilhamos as águas turbulentas das publicações independentes de livros anarquistas no nosso tempo.
Olá amizades! Recebemos a informação do encerramento do serviço PicPay assinaturas onde mantivemos apoios durante um tempo. Um ótimo serviço, principalmente pela cobrança de taxas muito honestas. No entanto, a divulgação precária do sistema de assinaturas em conjunto com mudanças na gestão do PicPay levaram a essa descontinuação.
Agradecemos todas as pessoas que apoiaram nossa editora utilizando esse serviço e convidamos para continuar os apoios utilizando o Catarse e Apoia-se no Brasil e Ko-fi para apoios internacionais.