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Agradecimentos “Manifestos Cypherpunks”

Manifestos Cypherpunks

Nossa campanha se encerrou no último dia 1º de Setembro, com R$11.697,00 arrecadados, 241 apoiadores e 731% do valor atingido. A todas as pessoas que nos apoiaram, gracias!

Já comentamos o quanto estamos felizes e surpresos com o alcance da campanha e de como essa será a maior tiragem (até aqui) de um livro artesanal da Monstro dos Mares, com 500 cópias, praticamente todas elas já com endereço certo para ir. Ainda teremos alguns exemplares no site da Monstro e em banquinhas por aí (se a pandemia permitir). E 50 exemplares a serem distribuídos para bibliotecas e centros culturais.

Boa parte dos “Manifestos Cypherpunks” já estão impressos, bem como a maior parte das outras recompensas. Agora, estamos aguardando entrar os 10 dias úteis do Catarse para receber o valor arrecadado e então começar a enviar os pacotes para 21 estados brasileiros via Correios. Esperamos que no final deste Setembro e no início de Outubro os livros começam a chegar.

Qualquer dúvida nos escrevam. Mais uma vez obrigado!

Seguimos,

BaixaCultura e Monstro dos Mares


Apoiadoras e Apoiadores

Apoios anônimos

Ageu Silva
Akira e zbrsk
Alberto Torres
Alexandre Souza
Alexandre Tomy
Alexis Peixoto
Allan Felipe Fenelon
AllanGomes
Alphazine
Alysson G.
Ana Carolina Moreno
Ana Cunha
Ana Rauber
Anders Bateva
André “decko” de Brito
Andre da Silva Costa
André Freitas
André Houang
André Lucas Fernandes
André Ramiro
Andre Teixeira de Salles
Andrei Altamira
Andressa Vianna
Angela Natel
Antonio Assis Brasil
Barbara Castilho Maximo
Beatriz Martins
Beck Maurício
Bernardo Ramos Gall
Bruno Borges
Bruno Caldas Vianna
Bruno de Souza Bezerra
Bruno Moura
Cadós Sanchez
Cadu Simões
Caio Ramos
Caioau
Carla Arend
Carlos Eduardo Falcão Luna
Caroline Antonioli
Caru Campos
Cesar Lopes Aguiar
Christian Lima
Cindy Evelyn Peterson
Claudia Renata Capitanio
Cristiane Fronza
CryptoRave
Daniel Coelho de Oliveira
Daniel Rockenbach
Daniela Soares
Danilo Alves
Danilo Heitor Vilarinho Cajazeira
Davenir Viganon
Debbie Bertelhe
Débora Grama Ungaretti
Diego Alves
Diego Canto Macedo
Douglas Nunes Brandão
Eduardo Filipe Santos
Eduardo Henrique Maziero
Eliezer Pedroso Rosa
Ellen Ortiz
Elvio Pedroso Martinelli
Erik Teixeira Gonçalves Rodrigues
Evelyn Gomes
Fabio Barros
Fabricio Barili
Felipe Schneider
Fellipe Vieira
Fernando de Azevedo Alves Brito
Fernando Luis de Oliveira
Fernao Vellozo
Filipe Saraiva
Gabriel Ribeiro
Gabriel Vinicius Oliveira Soares
Guilherme Alves
Guilherme Magalhães
Guilherme Paixão
Gustavo Nicolau Gonçalves
Gustavo Pereira Dutra

Harim Britto
Helping With Code
Hendrik Nigul
Henrique Gustavo Miranda de Jesus Rodrigues
Henrique Novaes
Hiago da Silva Lacerda
Ian Fernandez
Ian Zwanck Goodwin
Igor Burle
Igor Henrique da Costa Morais
Iriz Medeiros
Isabela Baptista
Isadora Scopel
James William Pontes Miranda
Jean Luca Vedovato dos Santos
Jefferson de Freitas Silva
Jefferson Maier
Jeronimo Cordoni Pellegrini
João Eduardo Herzog
João Luiz Pena
João Moreno Rodrigues Falcão
João Victor Vieira Carneiro
João Vitor
José Domingues de Godoi Filho
Juliana Rosa
Karina Akemi Goto
Kemel Zaidan Maluf
Laetitia Valadares
Larissa Gdynia Lacerda
Leonardo Barbosa Rossato
Leonardo Koch Kewitz
Leonardo Nascimento
Lielson Zeni
Lillian Moura
Lorenzo
Luã Fergus Oliveira da Cruz
Lucas Eishi Pimentel Mizusaki
Lucas Gallindo
Lucas Lago
Lucas Loezer
Lucas M.A.C.
Lucas Prehs Visinoni
Luciana Salazar Salgado
Lucyan Butori
Luís Otávio Oliveira dos Santos
Luiz Denis Graça Soares
Luiz Paulo Colombiano
Lupi
Maralheios
Marcelo Lopes de Almeida
Marcelo Scrideli
Marcia Ohlson
Marcio Augusto
Márcio Conrado dos Reis
Marcos Antonio Peccin Junior
Marcus Antonius Soares da Silva
Marcus Repa
Marcus Vinícius
Mari Messias
Maria Eduarda Mesquita
Mariah Guedes
Marta Sofia da Fonseca Safaneta
Matheus
Matheus Grandi
Matheus Leite
Mauricio Marin
Maximiliano Saldanha de Oliveira
Miguel Antunes Ramos
Mobi Yabiku Neto
Monica Marques
Nanashara Ferreira Piazentin Gonçalves
Natali Mamani
Nathan Gomes Farias Neri
Nelson
Nelson de Luca Pretto
Panic
Pato
Paulo Almeida
Paulo Sergio
Paulo Vitor de Castilhos Lopes

Pedro Felipe Vergo Scheffer
Pedro Gil
Pedro Lucas Porcellis
Pedro Luiz Santos
Pedro Markun
Pedro Santos Teixeira
Pedro Teles
Professor Rodrigo
Rafael Ghiraldelli
Rafael Pinto
Ranulpho
Raphael Marques de Barros
Renato Dell
Rodolfo de Souza
Rodrigo Amboni
Rodrigo da Silva Freitas
Rodrigo Oliveira
Rodrigo Ortiz Vinholo
Rogerio Christofoletti
Rogerio Garcia de Oliveira
Roque Francisco
Rubens Ozorio Leão
Rudney Vinicius Gonçalves de Souza
Sandro Miccoli
Sávio Lima Lopes
Silvio Sidney Gomes dos Santos
Simone Caldas Vollbrecht
Stéfano Mariotto de Moura
Talita Souza
Tatiana Balistieri
Thiago Borne
Thiago Mendonça
Tiago Bugarin
Tito Guerra Bocorny Filho
Victor Augusto Tateoki
Victor Góis
Victor Perin
Victor Wolffenbüttel
Vinicius Yaunner
Vitor Diniz Kneipp
Vote Nelas
Wagner de Melo Reck
Willy Stadnick
Wllyssys Alves de Lima
Yasmin Curzi
Zaulao

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Último dia para fortalecer a campanha “Manifestos Cypherpunks” no Catarse

Manifestos Cypherpunks

Publicar um livro envolve decisões difíceis para todas as pessoas que fazem parte do processo, seja autoras e autores, organizadores, editores, diagramação, capa, papel, fonte. São tantas dúvidas que pedimos ajuda para não ter de fazer as escolhas difíceis isolades numa ilha. Depois de muita conversa sobre como colocar o material na rua, optamos pelo financiamento coletivo, tal como a Monstro dos Mares fez nos lançamentos de 2021. O objetivo principal da campanha é cobrir os custos de registro/formalização do livro, como ISBN e Ficha Catalográfica, e também os custos de impressão de uma tiragem inicial com cerca de 100~150 exemplares. Papel, tinta, folhas de capa, manutenção/depreciação de impressoras e equipamentos de finalização compõem esses custos.

Diante da dificuldade de conquistar os recursos necessários para rodar a primeira tiragem do livro, lançamos mão de utilizar o Catarse como ferramenta para chegar em mais pessoas e fortalecer o livro. Apesar das altas taxas (13%) e da demora de 10 dias úteis para a transferência dos recursos, concordamos que apoiar o lançamento de um livro é diferente de uma pré-venda, que poderia ser facilmente operacionalizada em nossa loja virtual. O financiamento coletivo aproxima pessoas que podem apoiar das pessoas que querem fazer algo. Por isso acreditamos que essa modalidade é importante, pois ela torna cada mona, mina ou mano que apoiou o lançamento do livro em participante do livro. Essa é uma relação duradoura, um vínculo que motiva e torna o ato de publicar ainda mais especial.

Hoje estamos no último dia da campanha de financiamento coletivo que, juntamente às amizades do BaixaCultura, nos surpreendeu pela adesão e participação de diversos coletivos que mobilizaram suas redes para divulgar o livro e tornar essa publicação possível. Queremos agradecer a cada pessoa que compartilha ideias ou links e convidar aquelas que puderem a fazer parte dessa publicação e colocar seu nome na lista de pessoas que transformaram o lançamento deste livro na maior campanha de financiamento coletivo que já fizemos, que será nossa maior tiragem inicial de livros — cerca de 400 exemplares.

Ainda dá tempo. =)

Conheça o livro

“Manifestos Cypherpunks” é a segunda publicação da coleção “Tecnopolítica”, coordenada pelo BaixaCultura (laboratório online de cultura livre & contracultura digital) e a Editora Monstro dos Mares (divulgação acadêmica anárquica). Depois do lançamento de “A ideologia Californiana”, texto seminal da crítica ao neoliberalismo tecnocrático do Vale do Silício feito em 1995 por Richard Barbrook e Andy Cameron, o segundo volume da coleção reúne alguns dos primeiros alertas contra a vigilância massiva na era da internet. São textos escritos na época que a rede mundial dos computadores ainda engatinhava, entre o final dos anos 1980 até meados dos 1990, por pessoas que conheciam a fundo alguns aspectos dos aparatos técnicos que faziam funcionar a rede e queriam nos fazer ficar atentos a eles.

Para apoiar o lançamento do livro acesse: https://www.catarse.me/manifestoscypherpunks

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Manifestos Cypherpunks: financiamento coletivo

Manifestos Cypherpunks

Precisamos do seu apoio para viabilizar o lançamento e distribuição do livro “Manifestos Cypherpunks”, que é a segunda publicação da coleção “Tecnopolítica”, coordenada pelo BaixaCultura (laboratório online de cultura livre & contracultura digital) e a Editora Monstro dos Mares (divulgação acadêmica anárquica). Depois do lançamento de “A ideologia Californiana”, texto seminal da crítica ao neoliberalismo tecnocrático do Vale do Silício feito em 1995 por Richard Barbrook e Andy Cameron, o segundo volume da coleção reúne alguns dos primeiros alertas contra a vigilância massiva na era da internet. São textos escritos na época que a rede mundial dos computadores ainda engatinhava, entre o final dos anos 1980 até meados dos 1990, por pessoas que conheciam a fundo alguns aspectos dos aparatos técnicos que faziam funcionar a rede e queriam nos fazer ficar atentos a eles.

A publicação reúne:

  • Introdução “Criptografia em Defesa da privacidade”, que contextualiza a produção dos textos, escrito por Leonardo Foletto, organizador da publicação, editor do BaixaCultura, jornalista e pesquisador ;
  • “Por que eu escrevi o PGP”, de Philip R. Zimmermann (1991);
  • “Manifesto Criptoanarquista”, de Timothy C. May (1993);
  • “Manifesto Cypherpunk”, de Erick Hughes (1993), todos traduzidos do inglês pelo coletivo Cypherpunks e revisado por Victor Wolfenbüttel;
  • Posfácio “Retrospectiva e expectativa Cypherpunk”, escrito pelo pesquisador em criptografia e diretor do IP.Rec, André Ramiro, que recupera o histórico e a importância da discussão da criptografia para 2021;
  • Anexo, chamado “Cripto-Glossário”, escrito por Timothy C. May e Eric Hughes em 1992, documento histórico sobre os termos utilizados nos estudos e na prática da criptografia.

Originários de uma vertente da cultura hacker mais afeita a ação política, em contraponto a outra mais ligada ao liberalismo empreendedor das startups do Vale do Silício, os cypherpunks surgem nos anos 1990 dizendo que a única maneira de manter a privacidade na era da informação é com uma criptografia forte. Mais de trinta anos depois de sua gênese, o ideal dos cypherpunks ainda é presente sobre gerações de criptógrafos, programadores e ativistas, entre eles os reunidos em tornos das criptofestas em diversos lugares do mundo, entre elas a CryptoRave, principal evento da área no Brasil.

Esta publicação, realizada de maneira artesanal e independente, busca fomentar a discussão e o conhecimento crítico histórico sobre o legado dos cypherpunks num mundo onde a internet se tornou a principal ferramenta de vigilância do planeta.

Apoiar a campanha de financiamento coletivo:
https://www.catarse.me/manifestoscypherpunks

Manifestos Cypherpunks
Organização e introdução: Leonardo Foletto
Tradução: Coletivo Cypherpunks
Revisão da tradução: Victor Wolffenbüttel
Posfácio: André Ramiro
Diagramação e capa: Baderna James
Montagem e finalização: abobrinha
Revisão: Raphael Sanz

60 páginas A5 (14 x 21 cm);
Capa em papel colorplus de 180g;
Edição artesanal, lombada canoa, refilado;
Impressão em tinta pigmentada de alta qualidade;
Diagramação e impressão utilizando 100% de energia solar.

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Agradecimentos da campanha de financiamento coletivo “A gambiarra da destruição”

Cronicavírus in Brazil: A Gambiarra da Destruição

Salve, salve!!

Salve a todas e todos que participaram da campanha de financiamento coletivo da Gambiarra da Destruição! Em primeiro lugar, muito obrigado! Graças à ajuda de vocês, pudemos ter a felicidade de lançar esse modesto livro de crônicas e sátiras sobre a triste conjuntura em que vivemos. A esta altura, vocês já devem estar a ponto de receber vossas Gambiarras da Destruição, os pôsteres, adesivos e também os outros livros que estavam em jogo.

Espero que a obra, no melhor dos casos, possa trazer ideias, questionamentos, risadas, rememoração de fatos e reflexões a respeito de tudo o que vivemos como indivíduos e corpo social nos primeiros seis meses de pandemia. Rir ainda é uma arma contra os poderosos, pois, além de se locupletarem das nossas vidas e recursos – e nos encaminharem a conta, obviamente –, toda essa camarilha de impostores que sempre nos governou, hoje em sua face mais caricata, quer aplausos e adoração.

Rir do seu caráter patético é mais do que um sopro em nossos cotidianos, é uma necessidade – e torço para que tenha atingido esse objetivo. Depois vocês me contam. Espero que curtam esse trampo!!

Abraços libertários,
Raphael Sanz

Correio da Cidadania
Podcast Desculpe Aturá-los
Site pessoal (jornalismo, livros, podcast e bandas)

Ps: Se tudo der certo (isso significa eu ter tempo para escrever fora do âmbito do trabalho), um volume 2 deve sair daqui 1 ano. Vamos mantendo contato!


Agradecimentos

  • Carolina Pommer;
  • Paulo Junior;
  • Ian Fernandez;
  • Maria Clara da Silva Santana;
  • Rodrigo Ortiz Vinholo;
  • Bruno Borges;
  • Pedro Padron;
  • Ruda Alessi;
  • Alfredo Bordinhão Klumpp Dahlke;
  • Alex Alves;
  • Binha Gabi;
  • Felipe Castro;
  • Marcelinho Oliveira;
  • Bel Gomes;
  • Bruno Muniz;
  • Gael Nassif Lemus;
  • Anders Bateva;
  • Acácio Augusto;
  • Bruno Brando Balázs da Costa Faria;
  • José Ubiratan Ferraz Bueno;
  • Thiago Chaves Paiva;
  • Barbara Cristina Manholeti;
  • Pedalante;
  • Ely Clayton;
  • Léo Furlaneto;
  • Tato Nagoya;
  • Victor Sousa;
  • Natália Contesini;
  • Diego Avila;
  • Raphael Mouro;
  • Arnaldo Jose Armando;
  • Silvio Martins;
  • Douglas Muniz da Silva;
  • Giuliano Ribeiro Mascitelli;
  • Rhuan Gonçalves;
  • Juliano Gonçalves Mattos Mendonça;
  • Fernanda Kalena;
  • Damazio Campos de Souza;
  • Denise Griesinger;
  • Mauricio Rodrigues Grilli;
  • Renato Venturini Matrangolo;
  • João Gabriel Godoy Jardim;
  • Luis Berti;
  • João Eduardo Herzog;
  • André Monteiro;
  • Filipe Prado Almeida;
  • Adriano De Campos Rampazzo;
  • Luiz Guilherme Ferreira;
  • Alex Mirkhan;
  • Rafael Augusto Thome;
  • Marcos Vinícius Martim;
  • Felipe Castro;
  • Cesar Lopes Aguiar;
  • Contribuições e apoios anônimos.

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Financimento coletivo “Este é nosso corpo, a terra: Caminhos e palavras Avá Guarani/Ñandeva de Porto Lindo (Jakarey) Yvy Katu para além do fim do mundo”

“Este é nosso corpo, a terra: caminhos e palavras Avá Guarani/Ñandeva para além do fim do mundo” Yan Leite Chaparro e Josemar de Campos Maciel

“Este é nosso corpo, a terra: Caminhos e palavras Avá Guarani/Ñandeva de Porto Lindo (Jakarey) Yvy Katu para além do fim do mundo” / “Yvy péa ha’e ore rete: tapekuéra ha ñe’enguéra Ava Guarani/Ñandéva amogotyove oparire ko ñapyrũha”, um livro de Yan Leite Chaparro Josemar de Campos Maciel.

Resumo

A tese intitulada “ Este é nosso corpo, a terra: caminhos e palavras Avá Guarani/Ñandeva de Porto Lindo (Jakarey) Yvy Katu para além do fim do mundo” já tem no seu título o sentido básico de todo trabalho: a perspectiva do conceito de envolvimento como produção de realidade Avá Guarani/Ñandeva, que revela caminhos e palavras para além do fim do mundo, ou melhor, para além da invenção branca de desenvolvimento. O trabalho entende os Avá Guarani/Ñandeva como uma sociedade com densidade própria, em relação de simetria com a sociedade que a circunda. Em simetria, pois ambas são sociedades que possuem suas cosmologias, organização social, modos de existir, de ser e de fazer a vida. Em simetria, mas não necessariamente em harmonia, pois tecem caminhos contrários para produzir a sua realidade. Para os Avá Guarani/Ñandeva, essa produção acontece mediante movimentos de envolvimento enquanto que, para a sociedade marcada pelo movimento de aceleração capitalista/moderno, acontece no chamado desenvolvimento. Daí o ponto central de toda a tese. Trata-se de visões de mundo simétricas e tensionadas. Essa centralidade nos conduz a ouvir e construir juntos um discurso com os Avá Guarani/Ñandeva, de Porto Lindo (Jakarey) Yvy Katu sobre a cosmologia capitalista e desenvolvimentista produzida pela sociedade moderna, a invenção branca de desenvolvimento. O texto provoca a reflexão sobre o envolvimento como proposto pelos Avá Guarani/Ñandeva como forma/conteúdo de radical sofisticação para além do fim do mundo de humanos e não-humanos, questionando a hegemonia da invenção branca como sendo mais um mito fundador, que pode ser visto com outros olhos, e redimensionado – aqui, na imagem do sempre visto e esperado fim do mundo.

Ñe’ẽ mbyky’i

Ko tembiapo mohu’ã héra “Yvy péa ha’e ore rete Tapekuéra ha ñe’ẽnguéra Ava Guarani/Ñandéva Jakareypegua (Porto Lindo) Yvy Katu amogotyove opa’ỹmboyve ko ñapyrũha” oguerekóma pe ñe’ẽakãme he’iséva ñepytykovõrã tembiapópe, mba’éichapa jahecha umi he’iséva tembiapo ramo umi Avá Guarani/Ñandéva hekoitépe ohechaukáva tapekuéra ha ñe’ẽnguéra amogotyove oparire ko ñapurũha, térã, amogotyove umi karaikuéra ojejapóva ñepytyvõrã. Ko tembiapo oĩva tenondeve ohechakuaa Ava Guarani/Ñandéva ha’eha peteĩ tekohaygua oguerekóva ijykére pe teko capitalista/moderna, mokõive oguereko pe hekópe arapygua, pe mba’éichapa omba’apo, mba’éicha oiko ha mba’éichapa oiko. Ojoehe katu tape iñambue ha’ére mba’apoharakuéra ombohekóva imba’ete. Ava Guarani/Ñandévape guarã pe omoañetéva oikóva oiko pe jeku’e ha’e oimeháme ha teko capitalista/modername oiko pe jeku’e mba’epotaguévi. Péa ha’e pe iporãvéva ko tembiapópe, oñondie ha nahániri. Pe mombyte ome’ẽ ojejapo haĝua críticas, inversões ha ñeporandu Ava Guarani/Ñandéva ndive Porto Lindo (Jakarey) Yvy Katu guándi pe jehechapy tuichakue capitalista ha mba’epota potavéva ombohekóva pe teko pyahu, pe mba’e pyahu karai mba’e mba’epota potavéva. Pe ojapóva ñeporandu mba’epota rehegua Ava Guarani/Ñandéva ndive mba’éicha forma/conteúdo omoañetetéva amogotyove pe pyrũha oparire tekovépe ha ndaha’éiva, ñeporandu pe mbarete karai mba’e pyahu ha’éva mba’epota potave mbyte ramo omoheñoiva pe ojehecháva ha oñeha’arõva pyrũha opataha.


Sobre os autores

Yan Leite Chaparro é filho de pai paraguaio e mãe sul-mato-grossense, neto de paraguaios e nordestinos, organização comum e representativa sobre o processo histórico do Mato Grosso do Sul onde, esse trabalho foi inscrito. O pesquisador é formado em Psicologia, com formação em Psicodrama Clínico. É também Mestre e Doutor em Desenvolvimento Local pela Universidade Católica Dom Bosco. Trabalha com os Avá Guarani/Ñandeva e os Kaiowá/Pai`Tavyterã desde 2010 a convite da Profa. Dra. Rosa Colman e do Prof. Dr. Antônio Brand (in memoriam) . Hoje junto com o trabalho com os Guarani que vivem no Mato Grosso do Sul, também trabalha no, campo clínico do Psicodrama em consultório e em comunidades urbanas. É integrante do Grupo de Pesquisa Estudos Críticos do Desenvolvimento/CNPq e do Laboratório de Humanidades/LabuH.

Josemar de Campos Maciel é professor de Filosofia (de 1994 até o presente) e pesquisa na área do Desenvolvimento, sendo líder do Grupo de Pesquisa “Estudos Críticos do Desenvolvimento” (CNPQ). É doutor em Psicologia (2004). Atualmente, é Docente Permanente dos Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu: Mestrado e Doutorado em Desenvolvimento Local da Universidade Católica Dom Bosco – MS, e presidente do Comitê Científico da mesma Universidade. Possui estágio pós-doutoral concluído em Estudos Culturais (2017) na Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo.


Sobre o livro

“Este é nosso corpo, a terra: caminhos e palavras Avá Guarani/Ñandeva para além do fim do mundo”
Yan Leite Chaparro e Josemar de Campos Maciel

Editora Monstro dos Mares
230 páginas

Para apoiar a campanha de financiamento coletivo do livro acesse:
https://www.catarse.me/nossocorpoaterra

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Financiamento coletivo: “Cronicavírus in New Brazil: A Gambiarra da Destruição” de Raphael Sanz

Cronicavírus in Brazil: A Gambiarra da Destruição

A Gambiarra da Destruição é composta por onze crônicas escritas entre março e agosto de 2020, retratando de forma irônica o período em meio ao calor dos acontecimentos dos primeiros seis meses de pandemia. Escrita praticamente em código, as crônicas não dão nomes aos bois, apenas apelidos (e haja gado!). De toda forma, qualquer observador atento pode compreender a obra, que trata dos principais fatos e tragédias que estiveram em evidência nos meios de incomunicação, nas redes antissociais e na boca dos bozólogos e deformadores de opinião como um todo, para manter as expressões utilizadas pelo autor. Mas apesar do recorte temporal e factual, as piadas e reflexões colocadas também podem assumir um caráter atemporal, uma vez que dialogam também com o passado e o futuro em relação ao período narrado.

O objetivo dessa obra é o de que ninguém, absolutamente ninguém, nem eu mesmo, seja levado muito a sério politicamente, diferentemente do que são e querem os fascistas: um bando de palhaços que exigem urras e aplausos o tempo inteiro”, declarou o autor para a Editora Monstro dos Mares.

Nas palavras de Gabriel Brito, editor do Correio da Cidadania ao lado do autor, este livro contém “humor e sagacidade para rir do pior ano das nossas vidas. Ao percorrer as páginas deste livro, o leitor poderá ter a sensação de que toda a indignação e estupefação diante do governo mais absurdo da história do Brasil foram traduzidas de forma até óbvia. Mas não é fácil escrever com humor sobre aquilo que, de fato, está nos corroendo como corpo social. Menos ainda nos tempos hiperprodutivistas que vivemos, nos quais todo avanço tecnológico parece apenas significar mais trabalho”.

Cronicavírus in New Brazil: A Gambiarra da Destruição
Raphael Sanz
Editora Monstro dos Mares
96 páginas
ISBN: 978-65-86008-11-1

Editado e impresso utilizando energia solar autônoma.
Edição artesanal: Impresso em duplicador digital, formato canoa, capa em papel colorplus de 180g.

Para apoiar o lançamento do livro acesse:
https://www.catarse.me/gambiarradadestruicao

Sobre o Autor

Cresceu nos anos 90 em São Paulo, quando começou a conhecer e ter contato com política, música e futebol. Frequentador de estádios, no começo dos anos 2000 conheceu o movimento punk antes de tornar-se jornalista, em 2008. Trabalhou por pouco tempo na imprensa esportiva para, logo em seguida, entrar de cabeça no jornalismo independente. Cobriu as jornadas de junho de 2013, entre outras mobilizações populares, como por exemplo a greve dos professores e as ocupações secundaristas em 2015. Após um breve hiato que começou em 2017 e no qual esteve repensando suas ideias e posturas enquanto trabalhava numa “firma padrão”, reapareceu para o jornalismo independente em 2019, quando também começou os trabalhos de tradução do livro Repensar a Anarquia, de Carlos Taibo, para a Editora Monstro dos Mares. Também foi jogador do Autônomos FC e baixista das bandas A Ferramenta e Pó de Osso. Atualmente vive em Santa Catarina como professor de espanhol e editor do histórico jornal independente Correio da Cidadania, além de baixista e vocalista da banda recém formada Fiscais de Cu.


Sobre as recompensas

A princípio, as recompensas não parecem ter qualquer relação entre si e esta campanha pode parecer, a olhos nus, quase tão alucinada quanto a realidade retratada na obra que busca financiar. Mas não se engane: tudo tem relação. O elo perdido entre todo esse material é justamente o autor d’ A Gambiarra da Destruição.

Repensar a Anarquia , de Carlos Taibo, e História de uma Indocumentada, de Ilka Oliva Corado, são dois livros traduzidos por Raphael Sanz e publicados pela Editora Monstro dos Mares.

Outro livro que está em jogo, mas com apenas 5 exemplares disponíveis, é o “ Antifa: Modo de Usar”, organizado por Acácio Augusto e publicado pelas editoras Hedra e Circuito. Ele está por aqui justamente porque há uma participação do autor, em uma matéria sobre antifascismo e segurança digital.

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A Rede de Apoio em Janeiro de 2021

Pacote Ciberpunk da abobrinha

A Rede de Apoio é uma chance de nos conectarmos com pessoas que compartilham a ideia de que os livros e a palavra impressa têm um significado maior do que apenas um amontoado de um monte de coisa escrita como disse isso daí, taoquei. Compartilhar princípios e práticas é muito mais do que ler e concordar com os postulados de alguns teóricos. A solidariedade acontece quando estendemos os braços para fortalecer as atividades das coletividades e ideias de pessoas que fazem as lutas do nosso tempo. O livro impresso, abundante, acessível e disponível é uma parte dessa ecologia de resistência que enfrenta as opressões que tornam mais difícil a vida de toda a gente que sofre.

A Editora Monstro dos Mares é um coletivo de pessoas em movimento que buscam transformações sociais profundas e urgentes. Somos uma dezena de pessoas que lançam mão do seu pouco tempo livre disponível para ler e discutir os textos que são publicados como livros, zines e artigos no blog. Também contamos com a disposição das mais de três dezenas de pessoas que participam da Rede de Apoio para ajudar nos processos de preparação de textos, revisão, tradução e atividades de publicação. Além disso, monas, minas e manos que compreendem a importância do livro passando de mão em mão em todos os recantos enviam colaborações por e-mail, grupo no telegram e nas chamadas mídias sociais.

Intensificar a conexão entre as aquelas e aqueles que cometem livros e as mais diversas singularidades, coletividades, espaços sociais e de pesquisa acadêmica só é possível porque existem pessoas que confiam em nossas práticas. Em 2020, a Editora Monstro dos Mares, em colaboração da Rede de Apoio, distribuiu gratuitamente 821 livros e 1.211 zines gratuitamente.

Agradecemos imensamente as pessoas que tornam o nosso projeto possível:

  • Gabriel Jung do Amaral;
  • Camila;
  • Mayumi Horibe;
  • Victor Hugo de Oliveira;
  • Taipy;
  • Nicolas H Mosko;
  • DaVinci;
  • Viviane Kelly Silva;
  • Bruna Lima Sanyana;
  • Andressa França Arellano;
  • Marcelo Mathias Lima;
  • Vitor Gomes da Silva;
  • Zé;
  • Felipe Brunieri;
  • Leo Foletto;
  • Leonardo Goes;
  • Mauricio Marin;
  • Fernando Silva e Silva;
  • Nilo Sergio Campos;
  • Thiago de Macedo Bartolet;
  • Alexis Peixoto;
  • Lupi
  • Paulo Oliveira;
  • Anna Karina;
  • Caio;
  • Vitória;
  • Claudia Mayer;
  • Andrei Cerentini;
  • Igor;
  • Pedro Augusto Papini;
  • Ian;
  • Fyb C;
  • Lorenzo;
  • Karina Goto;
  • Guapo;
  • Ste;
  • Contribuições anônimas.

A Editora Monstro dos Mares precisa da sua ajuda para continuar, contribua com
a Rede de Apoio no Catarse ou PicPay e receba materiais impressos em sua casa. 🖨️

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Agradecimentos Rede de Apoio: Novembro de 2020

Agradecemos às pessoas que apoiam nosso projeto editorial a continuar imprimindo livros e zines para enviar aos mais diversos recantos do país. Neste mês de Novembro nossas amizades estão acompanhando nosso processo de adaptação ao novo espaço, manutenção da guilhotina que exigiu tempo e esforços, e muitos, sim, muitos pacotes acumulados para serem enviados. Estamos quase conseguindo normalizar todas as entregas e por isso queremos agradecer muito a essas pessoas, porque o apoio mensal se trata bem mais do que o recurso financeiro, que é muito significativo pra existência da editora: é a certeza de ter pessoas que confiam e acreditam na importância do que decidimos fazer para multiplicar as ideias de autonomia e liberdade para todas as pessoas na luta social.

Com isso agradecemos muito gentilmente:

  • Viviane Kelly Silva
  • Vitor Gomes da Silva
  • Nicolas Mosko
  • Andressa França Arellano
  • Marcelo Mathias Lima
  • Fernando Silva e Silva
  • Thiago de Macedo Bartoleti
  • R.
  • Mauricio Marin Eidelman
  • Lupi
  • Paulo Oliveira
  • Anna Karina
  • Victor Hugo de Oliveira
  • Andrei Cerentini
  • Claudia Mayer
  • Karina Goto
  • Felipe Siles
  • Leonardo Goes
  • Gabriel Jung do Amaral
  • Mayumi Horibe
  • Lua Clara Jacira
  • Fyb C
  • Leo Foletto
  • Guapo
  • Márcio Massula
  • Contribuições anônimas

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Agradecimentos “Zumbi dos Palmares: por uma educação antirracista”

zumbi dos palmares: por uma educação antirracista

Conseguimos! Foram mais de 70 dias de ansiedade. O lançamento do livro “Zumbi dos Palmares: por uma educação antirracista” foi nossa sexta campanha de financiamento coletivo. Desde de 2015, utilizamos essa modalidade para incrementar os recursos necessários para a publicação de alguns títulos. Sabemos que esse período exige uma certa insistência nas redes sociais. Elas são canais poderosos para sensibilizar nossas amizades sobre a importância do tema e informar como pretendemos distribuir o livro. Esta será nossa primeira experiência em que a distribuição será destinada a algumas bibliotecas comunitárias, coletivos e movimentos selecionados desde o primeiro dia da divulgação. Seria lindo se tivéssemos mais e mais endereços. Porém, optamos por enviar uma quantidade generosa de livros para cada e fazer com que cada coletividade decida o que fazer com o pacote de 20 livros que serão enviados aos 11 endereços. Será possível fazer grupos de estudos, fortalecer a leitura de educadores, distribuir em outros espaços, tirar cópias, vender. Cada grupo vai decidir o que e como. A hora é de fazer o material circular.

Com isso, queremos agradecer profunda e sinceramente todas as pessoas que puderam dedicar uma parte de seus recursos, seu carinho e boa vontade com a produção de Waltinho Vadala e de quem mais atuou nesse projeto.
Muito Obrigado!

Apoiaram o livro:

  • Deyvson Naoki Matiy
  • Lucas Tezotto
  • Roneth de Oliveira Mota
  • Eduardo Costa Lisboa
  • Carolina Oshiro Yeh
  • Dango Yoshio
  • João Ciocca
  • Sandro Merg Vaz
  • Anelise Macêdo Magalhães
  • Joycimara Rodrigues
  • Renata Serra Negra
  • Felipe Lima
  • Thiago Colmenero
  • Leonardo Soldá Guimarães
  • Suevelin Cintia dos Santos
  • Marcio de Paulo
  • Bruno Belloc Nunes Schlatter
  • Monica Marques
  • Égle de Lima Barbosa
  • Alex João de Brito
  • Lorenzo
  • Felipe Prado
  • Leonardo Goes
  • Camila de Azevedo Moura
  • Fabiana Caruso
  • João Biancolin
  • Eric Domingues Soares
  • Vania Freire de Mendonça Brega
  • Lucas Pontes
  • Guilmour Rossi
  • Paulo Oliveira
  • Thiago de Macedo Bartoleti
  • Vini Flausino
  • Victor Eiji Ito
  • Cláudio Ribeiro Lopes
  • Aline da Silva Sousa
  • Andressa França Arellano
  • Jonny Alan Morais
  • Talles Azigon
  • João Eduardo Herzog
  • Carlos Bauer
  • Francisco Freire Queiroz
  • Renan Kaiowá Campos
  • Amanda Seixas
  • Ghermano Santos
  • Fellipe Durães
  • Gabriela Pereira
  • Cláudia Mariza Mattos Brandão
  • Lucas Arruda Araujo
  • Amélia Karolina Novais campos
  • Pâmela Yanka Bento de Souza
  • Gustavo Gaspar Almeida
  • Angela Natel
  • Bianca Fileto da Cruz
  • Mayumi Horibe
  • Waltinho Vadala
  • Thi Gresa
  • Natalia Affonso
  • Marco Aurélio de Souza
  • Paulo Freitas
  • Jean Mordine de Lima
  • Monique Rodrigues Vadala
  • Ana Carolina Grilo de Siqueira
  • Danilo Matias
  • Guilherme Cunha
  • Viviane Kelly Silva
  • Flaviane Rodrigues da Silva
  • Guilherme Festinalli
  • Contribuições anônimas
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Agradecimento Rede de Apoio: Setembro e Outubro de 2020

rede de apoio

Tem tanta coisa acontecendo que as vezes fica difícil organizar as ideias. Nos 60 dias recentes tivemos greve de trabalhadores e trabalhadoras dos Correios, mudança de casa, algumas preocupações com a saúde e claro, a pandemia do coronavírus que ainda segue, mesmo que muitas pessoas estejam simplesmente ignorando esse fato.

Todos os meses, as pessoas que apoiam a Monstro dos Mares em sua atividade editorial recebem em suas casas um pacote com fanzines e materiais produzidos e distribuídos por nós ou impressos por amizades que muito gentilmente enviam seus livros e zines para navegar em nossos mares. Nosso calendário de envios, entretanto, acabou dando uma bagunçada e os materiais de Agosto foram enviados em Setembro, após o anúncio de encerramento da greve de profissionais atendentes, carteiros e OTT’s. Com isso, decidimos reunir os meses de Setembro e Outubro em um único pacote e enviá-los juntos, de modo a regularizar nossas entregas.

Vamos retribuir o carinho e a paciência das pessoas que continuam conosco, confiando e acreditando na atividade transformadora que é produzir livros artesanais. Apropriar-se de métodos e tecnologias, distribuir conhecimentos, fortalecer movimentos. Somente existimos como coletivo editorial porque as pessoas reconhecem em nossas práticas o conjunto de ideias que compartilhamos. Agradecemos imensamente!

  • R.
  • Lucas Piteco
  • Adriano Gatti Mesquita Cavalcanti
  • Paulo Oliveira
  • Anna Karina
  • Victor Hugo de Oliveira
  • Roque Marciano
  • Andrei Cerentini
  • Lorenzo
  • Gabriel Jung do Amaral
  • Mayumi Horibe
  • Camila
  • Fyb C
  • Leonardo Foletto
  • Viviane Kelly Silva
  • Nicolas H Mosko
  • Enguia
  • Guapo
  • Ricardo Mayer
  • Fernando Silva e Silva
  • Leonardo Goes
  • Mauricio Marin Eidelman
  • Andressa França Arellano
  • Manu Mello
  • Márcio Massula
  • Contribuições anônimas

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