sexualidade

Exibindo todos 8 resultados

  • Patriarcado, civilização e as origens do gênero

    R$2,50

    Este ensaio do filósofo anarquista John Zerzan foi publicado na revista Gênero & Direito v. 1, n. 2, em 2011, e traduzido por Loreley Garcia. O ensaio trata sobre a relação entre crítica à civilização e crítica à imposição de papéis de gênero no patriarcado.

  • Manifesto Ciborgue

    R$22,00

    Uma crítica ao determinismo biológico na ficção científica. Podem ciborgues assimilar as marcações binárias de gênero?

  • O mal-estar do dominante

    R$28,00

    Um livro sobre desacomodar o paradigma social dominante. O que importa aqui é o desacomodar da visão normatizada e dominante, ampliando o mesmo universo e a consciência que lá estava antes.

  • Teoria queer

    R$7,00

    Uma nova dinâmica dos movimentos (e das teorias) sexuais e de gênero está em ação. É dentro desse quadro que a teoria queer precisa ser compreendida. Admitindo que uma política de identidade pode se tornar cúmplice do sistema contra o qual ela pretende se insurgir, teóricos/as queer sugerem uma teoria e uma política pós-identitárias

  • Entender Gênero

    R$2,00

    Mas se olharmos mais de perto, podemos nos questionar sobre a natureza do gênero. A biologia, humana e outras, é maravilhosamente diversa.

  • Queer nos trópicos

    Queer nos trópicos

    R$6,00

    Este texto busca problematizar tanto a potência da teoria queer como seus possíveis limites, formulando as seguintes indagações: estaríamos diante demais uma teoria do centro para as periferias (e que reinscreveria, noutras cores,esse divisor centro-periferia)?

  • O direito à total liberdade de ação: anarquismo, sexualidade e cultura americana

    R$12,00

    O potencial radical de sua crítica aos padrões normativos da heterossexualidade pode ser medido pela medida em que os anarquistas lidaram com relacionamentos do mesmo sexo.

  • Cinema e sexualidade

    R$4,00

    Distintas posições-de-sujeitos e práticas sexuais e de gênero vêm sendo representadas, nos filmes, como legítimas, modernas, patológicas, normais, desviantes, sadias, impróprias, perigosas, fatais. Ainda que tais marcações sejam transitórias ou, eventualmente, contraditórias, é possível que seus resíduos e vestígios persistam, algumas vezes por muito tempo, e que venham a assumir significativos efeitos de verdade. Recorro a filmes dirigidos ao grande público para analisar representações recorrentes no cinema (a partir dos anos 1950) e transformações que vêm sendo observadas nas últimas décadas.

Exibindo todos 8 resultados