Desapropriando o currículo

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Evidenciando o papel das imagens como espaço de dissolução das fronteiras entre escola e vida, em acordo com referenciais teóricos da educação da cultura visual, as práticas realizadas em sala de aula são reverberações das minhas experiências vividas como militante no movimento anarcopunk no final da década de 80 do século passado.

Desapropriando o currículo: imagem, prática educativa e experiência vivida no movimento anarcopunk. Maurício Remigio
162 páginas
Editora UNIFAP

Fundamentada no princípio de que aprendizagem e conhecimento devem levar em consideração práticas locais, ações e significados do cotidiano, esta pesquisa busca compreender como experiências vividas fora e dentro do espaço escolar podem se imbricar na prática educativa em arte. Evidenciando o papel das imagens como espaço de dissolução das fronteiras entre escola e vida, em acordo com referenciais teóricos da educação da cultura visual, as práticas realizadas em sala de aula são reverberações das minhas experiências vividas como militante no movimento anarcopunk no final da década de 80 do século passado.

Explorando brechas que favorecem produções estéticas não autorizadas, impuras, não legitimadas pelo currículo, princípios de coletividade e, ainda, de sabotagem à relações autoritárias e hierarquizadas foram utilizados como tática de ensino buscando construir pontes entre escola e cotidiano. Orientada por uma abordagem qualitativa, a produção de dados foi realizada através de entrevista focal com cinco meninos e cinco meninas estudantes da sétima série da Escola Municipal de Ensino Fundamental Roraima em Macapá – AP.

Contato com o autor: mauricio.remigio08@gmail.com


Informações em Notícias Anarquistas

Peso 100 g
Dimensões 1 × 14 × 21 cm

Desapropriando o currículo

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