Deserto

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Quais são algumas dessas possibilidades e como pode­mos vivê-­las? O que poderia significar ser anarquista, ecolo­gista, quando a revolução global e a sustentabilidade so­cioecológica não são o obje­tivo principal?

Deserto
An√īnimx
Editora Subta
140 p√°ginas, capa em papel colorplus de 180gr.

A esperan√ßa de um grande final feliz machuca as pessoas. Ela serve de base para a dor que sentir√£o quando se de¬≠siludirem. Porque, honesta¬≠mente, quem de n√≥s acredita num final feliz hoje em dia? Quantas foram consumidas pelo esfor√ßo que implica se recon¬≠ciliar com a f√© cega de mudar o mundo com a realidade que nos cerca? No entanto, apesar de nos desiludirmos ‚Äď com a revolu√ß√£o global, com nossa capacidade de parar as mu¬≠dan√ßas clim√°ticas ‚Äď isto n√£o deveria alterar nossa natureza anarquista nem o amor que sentimos pela natureza como anarquistas. Ainda assim exis¬≠tem muitas possibilidades para a liberdade e o selvagem.

Quais s√£o algumas dessas possibilidades e como pode¬≠mos viv√™-¬≠las? O que poderia significar ser anarquista, ecolo¬≠gista, quando a revolu√ß√£o global e a sustentabilidade so¬≠cioecol√≥gica n√£o s√£o o obje¬≠tivo principal? Que objetivos, que planos, que vidas, que aventuras permanecem quando deixamos de lado as ilus√Ķes e caminhamos pelo mundo j√° n√£o padecendo a in¬≠capacita√ß√£o gerada pela de¬≠silus√£o, mas sim livres de sua carga?


Confira a resenha do livro na Agência de Notícias Anarquistas.

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