Sobre o fenômeno dos trabalhos de merda

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Um texto do antropólogo David Graeber que explica porque é que em vez de diminuir, o horário de trabalho não pára de crescer.

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Um texto do antropólogo David Graeber que explica porque é que em vez de diminuir, o horário de trabalho não pára de crescer.

Nos últimos anos na Europa e nos Estados Unidos o horário de trabalho tem vindo a aumentar. Em Portugal a jornada de trabalho para a Função Pública amentou das 35 para as 40 horas perante a passividade quase total dos sindicatos oficiais. Em Espanha, a CNT e a CGT reivindicam há muito as 30 horas semanais. Há pouco mais de 80 anos os economistas acreditavam que na viragem do século XX para o XXI, devido aos progressos tecnológicos (que continuam a verificar-se) o tempo de trabalho diário não ultrapassaria as 3 ou as 4 horas. O antropólogo anarquista e membro do Occupy Wall Street, David Graeber, explica a inutilidade dos empregos (e dos trabalhos) de merda criados nas últimas décadas. Que só servem para nos prender aos locais de trabalho, não para produzir ou fazer quaisquer trabalhos socialmente relevantes.

Peso 10 g
Dimensões 1 × 10 × 14 cm

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