Divulgação Acadêmica Anárquica

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  • A universalidade de Frantz Fanon, Achille Mbembe.

    A universalidade de Frantz Fanon

    R$2,50

    Esquecemo-nos Frantz Fanon pertence a uma geração que passou pela provação do desastre…

  • Manual de Segurança Digital

    Manual de Segurança Digital

    R$10,00

    O Manual de Segurança digital é um guia criado pelo Coletivo Coisa Preta para oficina de Segurança Digital para Ativistas.

  • Número: sua origem e evolução

    R$6,00

    Este ensaio foi escrito por John Zerzan em 2009 e traduzido pelo Coletivo de traduções e publicações colaborativas do grupo Anarquia Verde em 2015. Título original: Number: its origin and evolution. Trata-se de uma análise crítica do conceito de número e sua relação com o empobrecimento da linguagem no advento da cultura simbólica.

  • De volta ao básico

    R$5,00

    Com tudo o que está acontecendo no mundo, por que estes fanáticos selvagens, estes refugos do anarquismo, estes ecologistas que vão ao último extremo, estes anunciadores do caos mascadores de granola precisam gastar tanto tempo atacando a civilização?

  • Ciberfeminismo

    R$24,00

    Desde que deixou os laboratórios das universidades e outros centros de pesquisa e tecnologia – tradicionalmente ocupados por homens cis, brancos, hetero, e membros da elite econômica –, a Internet se constrói como um local que, ao mesmo tempo, abriga (re)produção de discursos misóginos e tem o potencial de ser uma ferramenta poderosa para o enfrentamento daqueles mesmos discursos.

  • A família argelina

    R$5,00

    O presente texto é uma parte do livro O Ano V da Revolução Argelina de Frantz Fanon, ainda sem tradução para o português.

  • Durruti está morto, contudo vivo

    R$2,00

    Emma Goldman, momentos após a morte de Durruti, escreve um breve e inesquecível texto sobre a existência revolucionária, na Espanha de 1936. (Tradução do inglês por Maria Abramo Caldeira Brant.)

  • Stirner e Foucault: em direção a uma liberdade pós-kantiana

    R$8,00

    A filosofia universalista de Kant é problematizada por meio das intensas aproximações entre as reflexões de Max Stirner e Michel Foucault, as noções de propriedade de si e cuidado de si, e os desdobramentos políticos de resistências disseminando éticas de liberação. A atualidade de Stirner e Foucault ao liberarem a liberdade da moral.

  • Cultura de Segurança: um manual para ativistas

    R$8,00

    Esse é um manual para ativistas que estão interessados em criar e manter uma consciência e cultura de segurança nos movimentos sociais.

  • O anarquismo no século 21

    R$23,00

    Está cada vez mais claro que a era das revoluções não acabou. E torna­-se da mesma forma evidente que o movimento revolucionário global no século XXI terá origens que remontam menos à tradição do marxismo, ou mesmo do socialismo no sentido estrito, que à do anarquismo. Em todo lugar, do Leste Europeu à Argentina, de Seattle a Bombaim, as ideias e os princípios anarquistas geram novos sonhos e visões radicais.

  • Contra o sectarismo

    R$1,00

    O espírito anárquico é essencialmente avesso a quaisquer fanatismos.

  • Por que Anarquistas não votam?

    R$1,00

    Este é um artigo bem simples do geógrafo e anarquista francês Élisée Reclus, que o pessoal do coletivo “existe política além do voto” criou para você distribuir feito “santinho”.

  • Tipo exportação: desmontando as mentiras de José Mujica

    R$5,00

    Texto produzido por anarquistas no território dominado pela tirania do Estado Uruguaio. O objetivo é desmistificar a imagem de “representante do povo” ou das classes mais humildes que José Mujica criou em torno de si para chegar e se manter na presidência de 2010 até 2015.

  • Como a não-violência protege o estado

    R$40,00

    Como a não-violência protege o estado desafia a crença de que a não-violência é a única forma de lutar por um mundo melhor.

  • Como se opor ao fascismo na cena do metal extremo

    R$1,00

    Muitas vezes a cena extrema / black metal não tem sido o local mais acolhedor para pessoas não brancas e / ou LGBTQIA. Essas pessoas gostariam de ir a shows de black metal e fazer parte da cena, mas muitas vezes não se sentem seguras pela presença consistente de racistas em shows e festivais. A forte presença de racistas no Black Metal chegou a produzir um subgênero completamente novo e autônomo: o infame NSBM (NS), ou National Socialist Black Metal.

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