Divulgação Acadêmica Anárquica

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  • A criança

    R$9,00

    A criança não é nem um anjo, nem um demônio — Ela é a consequência física, intelectual e moral das gerações anteriores — Ela é resultado da hereditariedade, da educação e do ambiente — Importância capital do problema da educação — Cultura física — Cultura intelectual: a escola atual: seu programa, seus métodos, suas condições — Cultura moral: severidade ou brandura? Proibição ou liberdade? — O exemplo. A reciprocidade. — A criança é o futuro!!!

  • Da importância de levar a sério o que as pessoas dizem

    R$6,00

    Esta é uma reflexão que paira entre a antropologia e a filosofia, sobre a escuta, o perspectivismo e a arte de levar a sério o que as pessoas dizem.

  • Cinema, Educação e Anarquia

    R$5,00

    Cinema, Educação E Anarquia propõe expor o desenvolvimento do Cinéma du peuple, uma cooperativa cinematográfica anarquista iniciada em Paris no ano de 1913. Para isto, faz-se necessário compreender as causas que possibilitaram a criação desta, uma vez que ela cumpria a dupla tarefa de ser uma ferramenta na instrução entre operários e crianças, assim como era uma resposta direta à produção cinematográfica até então desenvolvida. Desta forma, Cinema, Educação E Anarquia abrange os conceitos de memória e constrói uma perspectiva de História social do cinema.

  • A arte de gostar do mesmo sexo

    R$5,00

    As práticas sociais e sexuais, particularmente as ocidentais, são calcadas em princípios universais, judaico-cristãos e moralistas. Elas referendam as relações sexuais entre pessoas do sexo oposto em detrimento das relações entre pessoas do mesmo sexo. Estas últimas se voltam contra o instituído, instaurando o imoralismo: a arte como transgressão.

  • Trabalho (Edição de Emergência)

    R$24,00

    Depois de tanto progresso tecnológico, por que temos que trabalhar mais do que nunca?

  • A reprodução da vida cotidiana

    R$35,00

    Excelente análise de Fredy Perlman da alienação e da maneira como nós, enquanto trabalhadores, reproduzimos a economia capitalista cotidianamente.

  • Futuro primitivo

    R$10,00

    O Futuro Primitivo é, para nós, a obra mais marcante de John Zerzan. Para além de refletir uma revisitação teórica da Pré-História, ataca violentamente as ideias preconcebidas da antropologia oficial e dá-nos a possibilidade de encontrar uma tênue saída para a catástrofe iminente.

  • O mal-estar do dominante

    R$28,00

    Um livro sobre desacomodar o paradigma social dominante. O que importa aqui é o desacomodar da visão normatizada e dominante, ampliando o mesmo universo e a consciência que lá estava antes.

  • Corpos que pesam

    R$6,00

    Existe alguma forma de vincular a questão da materialidade do corpo com a performatividade do gênero? E como a categoria do “sexo” figura no interior de uma tal relação?

  • Podemos descolonizar os museus?

    R$4,00

    Os museus ou são pós-coloniais ou não são nada.

  • América Latina e o giro decolonial

    R$8,00

    O objetivo principal deste artigo é o de apresentar a constituição, a trajetória e o pensamento do Grupo Modernidade/Colonialidade (M/C), constituído no final dos anos 1990. Formado por intelectuais latino-americanos situados em diversas universidades das Américas, o coletivo realizou um movimento epistemológico fundamental para a renovação crítica e utópica das ciências sociais na América Latina no século XXI.

  • Nietzsche e o anarquismo

    R$8,50

    Nietzsche e a reflexão anarquista como encontro improvável, provocador e contraditório

  • Por que Anarquistas não votam?

    R$1,00

    Este é um artigo bem simples do geógrafo e anarquista francês Élisée Reclus, que o pessoal do coletivo “existe política além do voto” criou para você distribuir feito “santinho”.

  • Anarquismo negro

    R$3,50

    Foi somente nos últimos 10 ou 15 anos que os anarquistas na América do Norte começaram a explorar à sério o que significa desenvolver um anarquismo que tanto pode combater a supremacia branca como articular uma visão positiva da diversidade cultural e de intercâmbio cultural. Camaradas estão trabalhando duro para identificar os referenciais históricos de tal tarefa, como o nosso movimento deve mudar para abraçá-lo, e como um anarquismo verdadeiramente antirracista pode parecer.

  • queer no Brasil

    R$2,00

    O queer se constitui entre fazeres críticos contra as hegemonias, contra o controle, contra as violências epistemológicas, contra a precarização e patologização de nossas vidas; o queer se constitui como produção de coisas novas, imprevistas pelos sistemas binários. Resistência e criação, reinvenção constante.

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