Não nascemos submissas, nos tornamos

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Tabu filosófico e ponto cego do feminismo, a submissão das mulheres nunca foi analisada em detalhes, na complexidade das existências vividas.

Mesmo as mulheres mais independentes e feministas se surpreendem ao se flagrarem gostando do olhar conquistador dos homens sobre elas, querendo ser um objeto submisso nos braços de seu parceiro ou preferindo as tarefas domésticas – os pequenos prazeres de uma roupa bem dobrada, de um café da manhã bem preparado para a família – a atividades supostamente mais gratificantes. Esses desejos, esses prazeres são incompatíveis com sua independência? Será isto uma traição aos séculos de feminismo que as precederam?

Tabu filosófico e ponto cego do feminismo, a submissão das mulheres nunca foi analisada em detalhes, na complexidade das existências vividas.

Seguindo os passos de Simone de Beauvoir, Manon Garcia trabalha sobre o tema com vigor, pois compreender por que as mulheres se submetem é a pré- condição necessária a qualquer emancipação.

Não nascemos submissas, nos tornamos
Manon Garcia
Editora Subta
218 páginas