Como se opor ao fascismo na cena do metal extremo

Como se opor ao fascismo na cena do metal extremo: um guia básico para camaradas e compas antifascistas

O universo do metal extremo é um espaço de potência criativa, mas também de disputas políticas e culturais. Foi pensando nesse contexto que o fanzine surgiu e, por anos, integrou o catálogo da Editora Monstro dos Mares. Agora ele está novamente disponível gratuitamente, para quem quiser baixar, ler, imprimir e distribuir.

Este fanzine é um chamado à ação para quem acredita que o metal extremo deve ser um território livre de racismo, machismo e homofobia. Traduzido e redistribuído com o objetivo de fortalecer a resistência nas margens da música e da política, o material segue atual e necessário.

“Precisamos nos opor ao racismo de qualquer forma, certificar-nos de que pessoas perigosas e suas ideologias não são bem-vindas e que o metal é um lugar para qualquer tipo de pessoa, menos preconceituosos, sexistas e pessoas que discriminam a cor da pele de alguém.”

O fanzine propõe táticas de boicote, mobilização e solidariedade entre fãs e artistas, mostrando que o enfrentamento ao fascismo na cena do metal extremo é também uma forma de defender a própria integridade da música. A proposta é simples e direta: tornar os espaços de shows e festivais mais acolhedores, politizados e seguros.

Ao disponibilizar novamente esta publicação, a Monstro dos Mares reafirma que editar livros e fanzines é um gesto de insurgência. A resistência cultural também se faz nas distorções, nas letras e nas atitudes de quem recusa o ódio e escolhe a liberdade como base da criação artística.

Como se opor ao fascismo na cena do metal extremo: um guia básico para camaradas e compas antifascistas, traduzido caronte mayer, Monstro dos Mares. Original disponível em <barbarie.noblogs.org>.


Deixe um comentário bem bacana!

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.

Scroll to top