pedagogia

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  • Bakunin e a Instru√ß√£o Integral como parte da revolu√ß√£o

    R$3,00

    J√° a algum tempo tornou-se lugar comum dos discursos de pol√≠ticos e formadores de opini√£o em geral a defesa da ‚ÄúEduca√ß√£o integral‚ÄĚ como ‚Äúsolu√ß√£o‚ÄĚ para os problemas da Educa√ß√£o no Brasil. Todavia, o conceito de ‚ÄúEduca√ß√£o Integral‚ÄĚ utilizado atualmente refere-se na maioria das vezes na proposi√ß√£o de amplia√ß√£o do tempo do estudante na escola.

  • Libert√°rios: educa√ß√£o da solidariedade e educa√ß√£o da revolta

    R$6,00

    A educação como prática anarquista, nas primeiras décadas do século XX, no Brasil, possui características próprias que a distinguem da educação limitada à escolarização hoje oferecida, de maneira impositiva, pelo Estado.

  • A escola e seu outro

    R$7,00

    Uma reflex√£o sobre o ‚Äúoutro‚ÄĚ da Educa√ß√£o moderna ocidental.

  • Escritos Afugent√°veis 1 ‚Äď O educador mercen√°rio

    R$30,00

    Educa√ß√£o Libert√°ria √© poss√≠vel? O que √© ‚ÄúEduca√ß√£o‚ÄĚ para que seja poss√≠vel adjetiv√°-la? Uma educa√ß√£o pode ser denominada educa√ß√£o se n√£o for libert√°ria? Uma educa√ß√£o libert√°ria requer professores libert√°rios? Quem seriam? Prescinde de professor? Por que a Educa√ß√£o Libert√°ria √© aceita nos espa√ßos institucionais se ela se pretende anti-sistema?

  • Para destruir a escolariza√ß√£o

    R$14,00

    O texto escrito por Jan D. Matthews faz uma crítica radical da escolarização como processo de preparação para a vida em sociedade e, consequentemente, para uma vida em servidão.

  • Sociedade Desescolarizada

    R$28,00

    A educa√ß√£o universal por meio da escolaridade n√£o √© poss√≠vel. Nem seria mais exequ√≠vel se se tentasse mediante institui√ß√Ķes alternativas criadas segundo o estilo das escolas atuais.

  • Teoria queer

    R$7,00

    Uma nova din√Ęmica dos movimentos (e das teorias) sexuais e de g√™nero est√° em a√ß√£o. √Č dentro desse quadro que a teoria queer precisa ser compreendida. Admitindo que uma pol√≠tica de identidade pode se tornar c√ļmplice do sistema contra o qual ela pretende se insurgir, te√≥ricos/as queer sugerem uma teoria e uma pol√≠tica p√≥s-identit√°rias

  • A crian√ßa

    R$9,00

    A crian√ßa n√£o √© nem um anjo, nem um dem√īnio ‚ÄĒ Ela √© a consequ√™ncia f√≠sica, intelectual e moral das gera√ß√Ķes anteriores ‚ÄĒ Ela √© resultado da hereditariedade, da educa√ß√£o e do ambiente ‚ÄĒ Import√Ęncia capital do problema da educa√ß√£o ‚ÄĒ Cultura f√≠sica ‚ÄĒ Cultura intelectual: a escola atual: seu programa, seus m√©todos, suas condi√ß√Ķes ‚ÄĒ Cultura moral: severidade ou brandura? Proibi√ß√£o ou liberdade? ‚ÄĒ O exemplo. A reciprocidade. ‚ÄĒ A crian√ßa √© o futuro!!!

  • Pedagogia Libert√°ria “versus” Pedagogia Autorit√°ria

    R$9,00

    Por serem duas pedagogias contrastantes, Jos√© Maria Carvalho Ferreira (https://www.facebook.com/josemaria.carvalhoferreira.1/) analisa o conte√ļdo e as formas mais representativas da pedagogia libert√°ria que procuraram e/ou procuram superar a natureza negativa da pedagogia autorit√°ria capitalista.

  • A educa√ß√£o vitimada ‚Äď aproxima√ß√£o, desde uma alteridade irrepar√°vel, a educa√ß√£o comunit√°ria ind√≠gena

    A educação vitimada

    R$5,00

    A melhor maneira de aprofundar a crítica do sistema oficial de ensino mexicano consiste em apresentar a formação autóctone que, desde a implantação das escolas no alvorecer do século XX, se pretende menosprezar, caracterizando-a como a sua competidora tradicional: a educação comunitária indígena.

  • Apresenta√ß√£o da antipedagogia

    R$4,00

    Oferecemos, em continua√ß√£o, o primeiro cap√≠tulo de ‚ÄúA ciganidade apagada‚ÄĚ, ensaio escrito desde o amor ao cigano de ontem, a solidariedade com os ciganos sublevados de hoje e a √Ęnsia de um mundo que, ante o estranho, ante o distinto, ante quantos n√£o se nos parecem, em lugar de desenhar dispositivos de ‚Äúintegra√ß√£o‚ÄĚ, se contentara com a mais laxa das ‚Äúconviv√™ncias‚ÄĚ.

  • O Leviat√£ moderno e a pot√™ncia do Ethos libert√°rio

    R$2,00

    A Escola que nos discursos pol√≠ticos aparece como ‚Äúp√ļblica‚ÄĚ, quando √© ocupada pelo p√ļblico (S√£o Paulo) √© logo criminalizada e o Leviat√£ moderno declara: ‚ÄĚ A escola √© do Estado‚ÄĚ. Mais expl√≠cito que isso imposs√≠vel.

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