O prazer armado

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Este livro foi escrito em 1977, no ímpeto das lutas revolucionárias que tomavam lugar na Itália naquela altura, e essa situação, agora profundamente diferente, deve ser tomada em conta quando o lemos hoje. O movimento revolucionário, incluindo o anarquista, estava em fase de desenvolvimento e tudo parecia possível, mesmo uma generalização do confronto armado.

O prazer armado
Alfredo M. Bonanno
56 p√°ginas
Raividi√ß√Ķes

Este livro foi escrito em 1977, no ímpeto das lutas revolucionárias que tomavam lugar na Itália naquela altura, e essa situação, agora profundamente diferente, deve ser tomada em conta quando o lemos hoje. O movimento revolucionário, incluindo o anarquista, estava em fase de desenvolvimento e tudo parecia possível, mesmo uma generalização do confronto armado.

Mas era necess√°rio uma pessoa proteger-se do risco de especializa√ß√£o e militariza√ß√£o que uma restrita minoria de militantes tinha inten√ß√£o de impor em dezenas de milhar de companheiros que estavam a lutar com todos os meios poss√≠veis contra a repress√£o e contra a tentativa do Estado ‚Äď bastante fraca, na verdade ‚Äď de reorganizar a gest√£o do capital.

Essa era a situa√ß√£o em It√°lia, mas algo semelhante estava a acontecer na Alemanha, na Fran√ßa, na Gr√£-Bretanha e noutros lugares. Parecia essencial evitar que as muitas ac√ß√Ķes contra os homens e estruturas do poder levadas a cabo pelos companheiros no dia-a-dia fossem arrastadas para a l√≥gica planeada de um partido armado, como as Brigadas Vermelhas na It√°lia.

Este é o espírito do livro. Mostrar como uma prática de libertação e destruição pode emergir de uma lógica de luta alegre, não de uma rigidez mortal e esquemática, dentro da doutrina de um grupo dirigente.

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