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Começa hoje a 10ª Feira do Livro Anarquista de Porto Alegre

10ª Feira do Livro Anarquista de Porto Alegre

Entre os dias 26 e 28 de Novembro acontece a 10ª edição da Feira do Livro Anarquista de Porto Alegre. Em 2021, o evento manterá seu formato das edições anteriores e acontecerá buscando descentralizar as atividades. Hoje, sexta-feira, 19h, a abertura será no Viaduto Brooklyn (Av. João Pessoa). No Sábado de manhã, tarde e pedacinho da noite, na Sede da Escola de Samba Acadêmicos da Orgia (Av. Ipiranga 2741) e no Domingo, das 10h às 19:30, na simpática Praça do Aeromóvel (Usina do Gasômetro).

Serão muitas atividades e você confere toda a programação no site da FlaPoA.


A Monstro dos Mares já participou em edições anteriores da Feira do Livro Anarquista de Porto Alegre, compartilhando espaço com a AntiEditora na 4ª edição. Na 5ª edição estivemos com poucos títulos e na 6ª compartilhamos espaço com compas da Editora Deriva. São ótimas lembranças das atividades e bons momentos com as pessoas e toda companheirada que vive e circula pela capital gaúcha. Confira algumas fotos:

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OcupaPOA: Ocupar o Mundo

Aos 38 dias de ocupação na Praça da Matriz, o OcupaPOA recebeu pessoas de vários lugares do mundo, unindo suas lutas, angústias e filosofias contra os atuais sistemas excludentes e desiguais. O OcupaPOA, nesses dias de resistência, foi sede do primeiro encontro mundial do movimento Occupy na América Latina. Com mais de 70 participantes na atividade, estiveram presentes ativistas dos Estados Unidos, França, Grécia, Londres, Suécia e Tunísia, além de integrantes da Ocupa de Brasília.

Essa troca de experiências, informações, dores, sabores e vitórias foi possível devido às falhas no sistema de apropriação política por parte de eventos realizados nesta semana (24/29 de Janeiro). Xs ocupantes conversaram durante 5 horas nas sombras do Guarapuruvú e do Flamboyant Vermelho em frente ao acampamento. As traduções simultâneas e o almoço coletivo surgiram de forma orgânica.

As evidentes diferenças de idioma, realidade econômica e cultural das mobilizações são reconhecidas, bem como as semelhanças na identificação dos agentes opressores, motivações, ideias e iniciativas dos coletivos. As preocupações locais que deram início às ocupações uniram-se em causas comuns como a democracia real, anti-capitalismo, questões ambientais (agronegócio, alimentos transgênicos, o novo código florestal e a construção de usinas hidrelétricas), a luta das classes trabalhadoras, liberdade, apartidarismo, ação direta.

Pessoas do mundo, ocupem as ruas e façamos o futuro hoje!