Criptainha 2025: 29 de Novembro em Florianópolis

CripTainha 2025 – Nossas redes fazemos nós! Autonomias em tempo de colapsos. Os mares seguem revoltos. Derretimento das democracias liberais, ascensão do tecnofeudalismo autoritário, colapso socioambiental e o genocídio dos indesejáveis pelo Estado e o Capital, no Rio de Janeiro ou na Palestina.

É nesse cenário que resolvemos puxar a rede para uma nova edição da CripTainha em Florianópolis-SC, uma iniciativa inspirada nas CryptoParties mundiais, na CryptoRave-SP e em outras criptofestas brasileiras. Chamado completo e como propor atividades em: https://criptainha.libertar.org/

Apoie o lançamento do livro Brasil negro insurgente: anarquistas e socialistas libertários pretos e pardos da Primeira República

A Editora Monstro dos Mares convida leitoras e leitores a conhecerem a campanha de financiamento coletivo do livro Brasil negro insurgente: anarquistas e socialistas libertários pretos e pardos da Primeira República, disponível na plataforma Catarse. A publicação reúne histórias de homens e mulheres negros, pardos e indígenas que atuaram nas lutas libertárias do início do século XX, resgatando trajetórias apagadas pela historiografia oficial.

Resultado de um extenso trabalho de pesquisa, o livro revisita personagens e movimentos que construíram uma genealogia afro-brasileira da insurgência. Mais do que exceções em um cenário dominado por figuras brancas e imigrantes europeus, esses sujeitos revelam a presença negra no coração das lutas por liberdade, igualdade e justiça social. Cada biografia é um gesto de resistência e uma recusa ao esquecimento.

A publicação parte de uma pergunta simples e incômoda: onde estão os libertários negros na história do Brasil? Ao reconstruir as respostas, o autor questiona as explicações racistas que tentaram apagar a contribuição das populações negras às ideias revolucionárias.

Ao apoiar a campanha, você ajuda a tornar possível a impressão e a distribuição independente desta obra, sem concessões a grandes grupos editoriais ou interesses de mercado. Cada contribuição fortalece um projeto coletivo comprometido com a diversidade, a inclusão e a memória das resistências.

Apoiar Brasil negro insurgente: anarquistas e socialistas libertários pretos e pardos da Primeira República é afirmar que a história libertária também tem rosto negro. Conheça a campanha, compartilhe e ajude a construir um futuro em que a memória e a liberdade caminhem juntas.
Acesse: https://catarse.me/brasilnegroinsurgente

Como se opor ao fascismo na cena do metal extremo: um guia básico para camaradas e compas antifascistas

O universo do metal extremo é um espaço de potência criativa, mas também de disputas políticas e culturais. Foi pensando nesse contexto que o fanzine surgiu e, por anos, integrou o catálogo da Editora Monstro dos Mares. Agora ele está novamente disponível gratuitamente, para quem quiser baixar, ler, imprimir e distribuir.

Este fanzine é um chamado à ação para quem acredita que o metal extremo deve ser um território livre de racismo, machismo e homofobia. Traduzido e redistribuído com o objetivo de fortalecer a resistência nas margens da música e da política, o material segue atual e necessário.

“Precisamos nos opor ao racismo de qualquer forma, certificar-nos de que pessoas perigosas e suas ideologias não são bem-vindas e que o metal é um lugar para qualquer tipo de pessoa, menos preconceituosos, sexistas e pessoas que discriminam a cor da pele de alguém.”

O fanzine propõe táticas de boicote, mobilização e solidariedade entre fãs e artistas, mostrando que o enfrentamento ao fascismo na cena do metal extremo é também uma forma de defender a própria integridade da música. A proposta é simples e direta: tornar os espaços de shows e festivais mais acolhedores, politizados e seguros.

Ao disponibilizar novamente esta publicação, a Monstro dos Mares reafirma que editar livros e fanzines é um gesto de insurgência. A resistência cultural também se faz nas distorções, nas letras e nas atitudes de quem recusa o ódio e escolhe a liberdade como base da criação artística.

Como se opor ao fascismo na cena do metal extremo: um guia básico para camaradas e compas antifascistas, traduzido caronte mayer, Monstro dos Mares. Original disponível em <barbarie.noblogs.org>.


TAZ – Zona Autônoma Temporária: um chamado à liberdade efêmera

Há livros que chegam como manifestos e que permanecem como bússolas para gerações inteiras. TAZ – Zona Autônoma Temporária, de Hakim Bey, é um desses. Mais do que um texto teórico, é um convite a experimentar a vida em sua potência insurgente, explorando espaços de autonomia, solidariedade e criação coletiva.

Publicado originalmente nos anos 1990, o livro tornou-se referência mundial nos debates sobre política, cultura alternativa e contracultura. Sua força está na ideia central de que é possível criar brechas dentro do sistema – zonas autônomas temporárias – onde outras formas de viver, conviver e resistir podem florescer.

Ao falar de TAZ, Hakim Bey não descreve um território fixo, mas uma experiência em movimento. São espaços que escapam do controle do Estado e do mercado, onde a liberdade se manifesta de modo radical e poético. Essas zonas podem surgir em festas, ocupações, coletivos artísticos, redes autônomas ou até mesmo em pequenas práticas cotidianas que desafiam o conformismo.

O livro propõe que a autonomia não precisa esperar por grandes revoluções futuras. Ela pode ser vivida agora, ainda que por instantes. Esse pensamento ressoa fortemente com quem busca alternativas diante da precarização da vida, da vigilância e do consumismo desenfreado. É, ao mesmo tempo, uma filosofia e um manual de ação para rebeldes, artistas, coletivos e sonhadores.

A nova edição brasileira publicada pela Editora Subta resgata esse clássico em um formato acessível e independente. Fiel à proposta de abrir espaço para vozes e ideias que contestam a ordem estabelecida, a editora reafirma seu compromisso em trazer livros que alimentam a imaginação política e cultural de nossos tempos.

Ler TAZ – Zona Autônoma Temporária é entrar em contato com uma escrita vibrante, que mistura ensaio, poesia e provocação. Hakim Bey não oferece respostas prontas, mas instiga perguntas incômodas: como podemos criar frestas de liberdade em meio ao controle? Que formas de comunidade podem nascer quando nos reconhecemos fora da lógica do poder centralizado?

Esse livro atravessou décadas inspirando movimentos sociais, coletivos artísticos, hackers e comunidades alternativas ao redor do mundo. No Brasil, sua recepção é especialmente potente, pois dialoga com experiências de autogestão, cultura anarquista, coletivos periféricos e práticas que reinventam o cotidiano.

Ao se aproximar de TAZ – Zona Autônoma Temporária, você não encontra apenas um livro, mas uma experiência que atravessa páginas e se projeta na vida cotidiana. É um texto que circula como ferramenta de reflexão e ação, fazendo parte de uma constelação de publicações independentes que cultivam a pluralidade e a criação de outros mundos possíveis. Ler TAZ é somar-se a esse movimento de cultura livre, de resistência e de imaginação radical.

Se você busca um texto que une pensamento crítico, poesia política e prática insurgente, TAZ – Zona Autônoma Temporária é leitura indispensável. Descubra por que TAZ segue sendo um dos livros mais transformadores e instigantes de nosso tempo.


TAZ – Zona Autônoma Temporária

Manifesto ciborgue: por que ler Donna Haraway hoje

Haraway nos convida a encarar Manifesto ciborgue como um mito político irônico que desarma certezas e desafia fronteiras entre natureza e cultura, corpo e máquina, público e privado. O texto combina rigor teórico e imaginação crítica para propor novas formas de pensar tecnologia, poder e vida cotidiana.

A autora apresenta o ciborgue como figura híbrida que é, ao mesmo tempo, criatura da ficção e realidade social. Essa imagem permite articular materiais e simbólicos, evidenciando como arranjos tecnocientíficos moldam subjetividades, afetos e disputas políticas. O ciborgue desloca a pergunta sobre o que somos para a pergunta sobre com quem e com o que nos acoplamos.

Do ponto de vista literário, Manifesto Ciborgue torna visível um repertório que já pulsa na ficção científica e em outros gêneros especulativos. Ao aproximar especulação e experiência, o texto oferece chaves de leitura para obras que reescrevem limites de espécie, gênero e técnica, abrindo espaço para estéticas menos hierárquicas e mais heterogêneas.

Na ficção científica, a figura do ciborgue funciona como laboratório narrativo. Acoplamentos entre humanos, máquinas e infraestruturas tornam-se ferramentas para explorar dilemas éticos, regimes de vigilância, ecologias de cuidado e novas formas de coletividade. O Manifesto fornece linguagem e conceitos para interpretar esses mundos e produzir outros.

Para os estudos de gênero, o ciborgue opera como crítica a identidades fixas e essencialismos. Em lugar de origens puras, o texto afirma parcialidade, coalizões situadas e conexões parciais. Essa virada ajuda a imaginar alianças que não dependem de essências e a reconhecer potências políticas que emergem de corpos e técnicas em relação.

O livro importa também para debates sobre cultura digital e trabalho. Ao nomear a informática da dominação e suas promessas, o Manifesto oferece instrumentos para pensar desigualdades, racismo e exploração que atravessam sistemas técnicos. O ciborgue, nesse contexto, é um convite a reconstruir fronteiras de modo responsável e colaborativo.

Ler Manifesto ciborgue hoje significa recuperar um léxico crítico para enfrentar crises contemporâneas e cultivar futuros compartilhados. É um chamado à imaginação política que não abre mão da materialidade das vidas, das máquinas e dos mundos que elas co-produzem.


Manifesto Ciborgue

A Ideologia Californiana: entre hippies libertários e yuppies neoliberais

O livro A Ideologia Californiana, publicado em coedição com o BaixaCultura, é um dos textos mais relevantes para quem deseja compreender criticamente as raízes culturais e políticas que moldaram a internet como a conhecemos hoje. Escrito por Richard Barbrook e Andy Cameron nos anos 1990, o ensaio se tornou um marco da chamada net criticism, ao desmontar a utopia tecnológica promovida pelas empresas do Vale do Silício.

O texto propõe que a internet nasceu sob influência direta de um estranho amálgama entre a contracultura dos anos 1960 e o liberalismo econômico radical. Trata-se daquilo que os autores chamaram de “ideologia californiana”, um pensamento que mescla a busca por liberdade individual com o culto ao mercado e à tecnologia, resultando em uma visão onde ser “livre” e “empreendedor” é sinônimo de se conectar à rede e gerar lucro com isso.

Com introdução e apresentação de Leonardo Foletto, editor do BaixaCultura, esta edição busca contextualizar o impacto do ensaio para o debate atual sobre vigilância digital, concentração de poder nas big techs e os limites das promessas emancipadoras da internet. Ao mesmo tempo, oferece caminhos para pensar alternativas possíveis baseadas em redes comunitárias, infraestrutura autônoma e cultura digital livre.

A Ideologia Californiana é leitura essencial para quem deseja compreender por que a internet deixou de ser um espaço de liberdade para se tornar uma ferramenta de controle. E por que é urgente imaginar e construir outras redes, outros futuros e outros modos de habitar o digital.

Adquira o livro na página da editora:
https://monstrodosmares.com.br/produto/a-ideologia-californiana/


A ideologia californiana

Mastodon e a construção de outras redes possíveis

Vivemos um tempo em que as grandes plataformas digitais moldam a maneira como nos comunicamos, nos organizamos e imaginamos o mundo. Mas há caminhos alternativos. O Mastodon é uma dessas possibilidades: uma rede social descentralizada, construída com base em princípios de liberdade, cooperação e autonomia.

Diferente das redes centralizadas, o Mastodon funciona por meio de instâncias federadas. Isso significa que qualquer pessoa ou coletivo pode hospedar sua própria instância, com regras e políticas próprias, mantendo a interoperabilidade com as demais. É uma arquitetura que se inspira no funcionamento do e-mail: você pode ter uma conta em um servidor e, ainda assim, se comunicar com pessoas de outros servidores.

Essa infraestrutura distribuída não apenas evita a concentração de poder, mas também protege a diversidade e amplia o controle das comunidades sobre seus próprios ambientes digitais. Em vez de algoritmos que priorizam o engajamento e a vigilância, o Mastodon promove uma experiência de rede mais ética, transparente e acolhedora.

A Editora Monstro dos Mares acredita na importância de fortalecer ecossistemas digitais alternativos e livres. É por isso que também estamos por lá. Nosso perfil no Mastodon é um espaço para compartilhar reflexões, lançamentos, provocações e desejos de transformação radical da vida. Um convite para imaginar outros mundos possíveis, também nas redes.

Acesse: https://mastodon.social/@monstro
Vamos seguir juntes.

De amor e anarquia: palavras que inflamam, afetos que libertam

Quando falamos em anarquismo, é comum que as primeiras imagens evoquem barricadas, enfrentamentos diretos ao poder, críticas afiadas ao Estado e à propriedade. Mas De amor e anarquia nos lembra com doçura, firmeza e poesia que o campo de batalha mais profundo e mais cotidiano talvez esteja nas formas como nos relacionamos.

Organizado por Waslala e originalmente publicado pela Editora Deriva, este livro reúne textos de autoras e autores que, entre o final do século XIX e o nosso presente insurgente, ousaram pensar o amor para além das normas. Emma Goldman, Errico Malatesta, Émile Armand, América Scarfó, Rebeca Lane, Ludditas Sexxxuales, entre outrxs, escrevem sobre o desejo, a liberdade, os afetos e as possibilidades de viver relações que não estejam baseadas na posse, na culpa ou na vigilância mútua.

Não se trata de um manual de práticas, tampouco de um apanhado de teorias frias. São ensaios, cartas, confissões e experimentações que tocam questões íntimas com coragem política. Falam de dor e de beleza, de descobertas e contradições, de tentativas que falham e de outras que florescem. Propõem, acima de tudo, um exercício contínuo: amar sem deixar de ser livre, amar como quem semeia mundos.

Em tempos em que o discurso da liberdade é capturado por lógicas individualistas e competitivas, este livro recupera um outro sentido para a autonomia: aquela que se constrói no vínculo, no respeito mútuo, no cuidado radical.

De amor e anarquia é um convite. Para reler nossos amores à luz da liberdade. Para experimentar outras formas de companheirismo. Para insistir, mesmo entre os escombros, que ainda vale a pena tentar.

Disponível na lojinha da Monstro dos Mares. Corações atentos e mentes abertas são bem-vindxs.


De amor e anarquia

Navegar por territórios selvagens: o convite de Geografias Subterrâneas

No mar revolto das disputas pelo conhecimento, Geografias Subterrâneas propõe uma travessia radical: ensinar uma prática geográfica a partir das trincheiras da anarquia. Escrito por José Vandério Cirqueira e publicado pela Editora Monstro dos Mares em 2018, este livro é uma ferramenta de reflexão e intervenção no mundo.

Longe da geografia institucionalizada e de seus mapas autoritários, a obra conduz leitoras e leitores por caminhos insurgentes, onde o saber nasce do chão pisado, das resistências cotidianas, das margens que sustentam os centros. É um chamado aos “piratas do conhecimento”, que preferem navegar por águas desconhecidas a se deixarem aprisionar por fronteiras rígidas.

“A geografia carrega a potência de ser prática insurgente. O que está por trás da representação do espaço? Quais ideias políticas, quais disputas epistêmicas? As formas pelas quais compreendemos, ensinamos e praticamos a geografia revelam que não se trata apenas de um saber técnico ou neutro, mas de um território de disputas, de conflitos e de possibilidades.”

Composto por textos breves, acessíveis e densos, o livro articula pensamento geográfico e crítica social, recuperando contribuições de autoras e autores como Thoreau, Reclus, Kropotkin, Louise Michel, Flora Tristan e Emma Goldman. Mais que uma aula de geografia, é uma aula de desobediência epistêmica.

Como escreve o autor, “a palavra geografia guarda uma densidade de histórias não oficiais” e é exatamente essa densidade que Geografias Subterrâneas explora, revelando os subterrâneos de um saber feito de luta, território e imaginação.

Livro em destaque: Geografias subterrâneas

12 anos de travessia coletiva: o livro como ferramenta de transformação

Doze anos. É muito tempo… e, ao mesmo tempo, parece que foi ontem que começamos a sonhar com um espaço de travessia coletiva onde as palavras pudessem ser instrumentos de transformação, resistência e afeto.

Quando olhamos pra trás, enxergamos mais que uma história de livros e publicações. Vemos uma travessia. Um barco coletivo, construído a muitas mãos, que desafiou mares revoltos, ventos contrários e, ainda assim, seguiu firme, guiado pela bússola da autonomia, da solidariedade e do desejo de construir outros mundos possíveis.

A Monstro dos Mares nasceu de uma inquietação: como circular saberes livres? Como fazer com que vozes marginalizadas, insurgentes e dissidentes encontrem espaço, ecoem, ressoem? E, sobretudo, como fazer isso de forma ética, horizontal e cuidadosa?

Foram 12 anos apostando na tarefa dedicada, no fazer coletivo, na publicação independente, na solidariedade, na construção de redes e na crença inabalável de que conhecimento não é mercadoria. É partilha, é arma, é abrigo.

E, nesse caminho, reafirmamos a importância do livro impresso como ferramenta concreta de formação crítica, especialmente nos movimentos sociais. Porque livro impresso não depende de conexão, de bateria, de algoritmo. Ele passa de mão em mão, circula nas ocupações, nas assembleias, nas comunidades, nas periferias, nas escolas livres, nas rodas de formação. O livro impresso resiste ao esquecimento digital e fortalece vínculos materiais e afetivos.

Em cada página impressa há a possibilidade de interromper o fluxo acelerado das redes, de criar pausas, silêncios, reflexões. Há a possibilidade de aprofundar debates, de guardar saberes, de criar memória. É no papel que muitas vezes se constroem os processos de formação que alimentam práticas, que fortalecem coletivos, que sustentam lutas.

Foram muitas mãos que seguraram este leme. Pessoas que diagramaram, traduziram, escreveram, embalaram, compartilharam, ajudaram, apoiaram, sugeriram, sonharam conosco. Nenhum livro que saiu daqui foi apenas papel e tinta. Cada um carrega cuidado, carinho e luta.

Nem sempre foi fácil. E nem era pra ser. Nadar contra a corrente é também se deparar com as limitações, os desafios materiais, os cansaços e as incertezas. Mas também é se surpreender com a potência da coletividade, com os gestos de apoio que vêm de onde menos se espera, com as palavras de quem, do outro lado do país ou do outro lado do oceano, nos escreve dizendo que aquele livro fez diferença, que aquele texto acendeu algo, que aquele gesto de envio solidário foi mais do que um pacote no correio. Foi um abraço.

Hoje, ao completar 12 anos, queremos mais do que comemorar. Queremos agradecer. A cada pessoa que nos acompanha, que fortalece, que lê, que compartilha, que espalha as ideias e os sonhos impressos nestes livros. Vocês são parte fundamental deste barco.

Seguimos. Porque ainda há muito a dizer, muito a construir, muito a transformar. Seguimos, porque o mar é imenso e há muitas outras ilhas de afeto, de luta e de liberdade por descobrir.

Obrigado por estar com a gente nessa travessia.

Com carinho, rebeldia e papel nas mãos,
Editora Monstro dos Mares


Linha do tempo da Monstro dos Mares

  • 22/06/2013 – Fundação da editora em Cachoeira do Sul (RS), nascida do desejo de circular saberes livres e construir um projeto editorial autônomo e coletivo.
  • 2019 – Mudança para Ponta Grossa (PR), marcando uma nova fase de expansão da produção artesanal e fortalecimento das redes.
  • 2023–abril de 2024 – Manutenção de um espaço comunitário compartilhado em Ponta Grossa, acolhendo oficinas, encontros culturais, atividades de base e trocas afetivas.
  • 2024 – Reformulação da operação editorial com retorno a Cachoeira do Sul, adoção de impressão sob demanda e ampliação do alcance das publicações.
  • 22/06/2025 – Celebração dos 12 anos de travessia coletiva, reafirmando o compromisso com o livro como ferramenta de transformação, afeto e resistência.
Linha do tempo da Monstro dos Mares
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