Agradecimentos: Por uma impressora incendiária 🖨🔥

Olá, compas!

A impressora chegou! BOOM! As recompensas já foram impressas e falta somente o adesivo criado pelo artista Fabio Maciel chegar da gráfica para começarmos os envios. Temos números bem interessantes da campanha para compartilhar: serão ao total 72 livros, 780 zines, 27kg de material. É muita coisa e estamos radiantes por levar toda essa pacoteira aos correios. Antes de tudo queremos agradecer imensamente a todas as pessoas apoiaram, curtiram, compartilharam e fizeram a campanha atingir os 127,33%. Um total de R$ 3.453,00 – sendo 13% de taxas para o Catarse, R$2.300,00 da impressora e com o restante do valor pegamos papel, tinta, impressão dos adesivos e correios (que leva uma grande parte dos recursos).

É muita alegria e a certeza de estarmos realizando nosso compromisso com a divulgação e distribuição da cultura anárquica e anarquista para fora dos muros da academia e fazendo chegar às mãos de monas, minas e manos que fazem a cotidianidade da luta, da resistência e da pesquisa. Independente da fração ou tendência, a Editora Monstro dos Mares se coloca como uma alternativa para o acesso de epistemologias dissidentes de baixo e baixíssimo custo para coletivos, federações, espaços sociais, grupos de estudos, sindicatos, bibliotecas comunitárias e movimentos sociais.

Nosso agradecimento especial para:

  • Beck Maurício;
  • Ana Lancman;
  • Coletivo Ilex;
  • Simone Ferreira;
  • Sérgio Ricardo Santos Soares;
  • Lucas Alves; Juliano Gomes;
  • Absorth0;
  • Kinoruss Edições e Cultura;
  • Mayumi Horibe;
  • Ricardo Teixeira;
  • Francisco Freire Queiroz;
  • Claudia Mayer;
  • Tiago Jaime Machado;
  • Viviane Kelly Silva;
  • Café Bonobo;
  • R.
  • Maxwell Araujo Santiago Tavares;
  • Willian Aust;
  • José Vandério Cirqueira;
  • Damazio Campos de Souza;
  • Ana Tigrinho;
  • Victor dos Reis Wolffenbüttel;
  • Clara Forrer Charlier;
  • Totonho;
  • Luciana Ohira Kawassaki;
  • Anna Karina;
  • Larissa Schip;
  • Talles Azigon;
  • Danilo Verde;
  • Geova Maciel de Alencar Filho;
  • Bruno Luciano Meireles;
  • Karine Tressler;
  • Elton Correa de Borba;
  • Caio;
  • Diego Santos de Souza;
  • Aparecida de Jesus Ferreira;
  • Érico FDS;
  • João Luiz de Oliveira Bertazzi Coube;
  • Pedro Gil;
  • Toró de Letras;
  • Jorge Eduardo
  • Rivero Filiciano;
  • Oran Takezo M. Kalil;
  • Isaac Moreira Barbosa;
  • Contribuições anônimas.

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[vídeo] macetes: posição dos grampos

A partir de agora vamos publicar vídeos apresentando alguns macetes, tutoriais e dicas sobre os processos que utilizamos para fazer livros e zines na Editora Monstro dos Mares.

Neste pequeno vídeo apresentamos o macete para escolher a posição onde ficam os grampos nos fanzines que fazemos. Basicamente a ideia consiste em escolher pontos de referência na arte da capa para grampear sempre na mesma posição (mais ou menos). Desta forma é possível determinar um padrão e obter uma apresentação melhor dos zines quando expostos na banquinha. Fácil!

Pessoas que fazem parte de nossa Rede de Apoio no Catarse tem acesso aos vídeos com 10 dias de antecedência até que o material seja disponibilizado no Blog e no Youtube.

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Editora Subta entrevista Editora Monstro dos Mares

Em Fevereiro de 2019 as amizades da Editora Subta estiveram em Ponta Grossa para uma conversa sobre os processos da editora, financiamento coletivo, produção artesanal, ecofascismo, colapso e necessidade de espaço físico para fazer livros. A conversa foi gravada em áudio para manter um registro e poder compartilhar com mais pessoas e fica aqui nosso convite para você ouvir e compartilhar com as amizades.

Você pode fazer o download do arquivo para ouvir offline. Via Archive.org


Sumário

Nosso amigo Anders criou um sumário do áudio, obrigado.

  • [05:31 – 08:44] Apresentação dos benefícios concretos para a Editora nos 6 meses de Rede de Apoio (financiamento coletivo);
  • [08:45 – 15:50] A-Fund (Fundo Anarquista), gratuidade das corporações, dinheiro no anarquismo, Biblioteca Anarquista Lusófona
  • [15:51 – 17:45] Livro “Deserto”, o caminho para o qual as editoras caminham
  • [17:46 – 28:04] Parte III: o que é Ecofascismo? Ecofascismo versus AnarcoPrimitivismo. Livro “colapso”. Alimentos orgânicos.
  • [28:05 – 35:55] “Quando o Deserto Chegar”, ruína do sistema atual, população rural versus urbana.
  • [35:56 – 37:30] O Deserto, duto de gasolina no México.
  • [37:31 – 40:50] Livro “Colapso” e a palestra. Colapso climático, ecológico, social…
  • [40:51 – 47:20] Parte V: o que é materialmente a Editora? Gourmetização de livros independentes.

Links da entrevista

A Editora Monstro dos Mares precisa da sua ajuda para continuar, contribua com a Rede de Apoio no Catarse ou PicPay e receba materiais impressos em sua casa. 🖨️

A biblioteca ideal

O grande sonho de Durruti e Ascaso era fundar editoras anarquistas em todas as grandes cidades do mundo. A maior empresa deste gênero teria sua sede em Paris, o centro do mundo intelectual, se possível na Place de l’Ópera ou na Place de la Concorde. Lá deveriam ser editadas as obras mais importantes do pensamento moderno. Para esse fim foi fundada a Editora Internacional Anarquista, que publicava inúmeros livros, panfletos e jornais em todas as línguas. O governo francês, como o espanhol e todos os outros regimes reacionários do mundo, perseguia esse trabalho com todos os meios policiais possíveis. Não lhes agradava nada que o grupo de Ascaso e Durruti se tornasse conhecido também no terreno cultural. Prisões e exílios acabaram levando a editora à ruína. A criança dileta desses dois filhos de Dom Quixote teve de ser provisoriamente enterrada. Ascaso e Durruti voltaram a pegar em armas, como o Cavaleiro da Triste Figura tomara da lança “para acabar com a injustiça, salvar os aflitos e introduzir o reino da justiça na terra”.

Cánovas Cervantes, O curto verão da anarquia, Hans Magnus Enzensberger,
1987, Editora Schwarcz, São Paulo.

Podcast: Resistência, Autonomia e Interseccionalidade

No dia 11 de Setembro de 2019 a Editora Monstro dos Mares participou da videoconferência “Resistência, Autonomia e Interseccionalidade” promovida pelo Grupo de Estudos sobre Crítica Feminista Estadunidense (GRIFES), do projeto “Vertentes da Crítica Feminista Estadunidense” (UFPB/CNPq 2019-2020).

Na conversa com as participantes do GRIFES Abobrinha e Baderna fazem um bate-papo sobre as questões relacionadas entre epistemologias dissidentes, a possibilidade de uma universidade anárquica, feminismo e interseccionalidade. O áudio não ficou perfeito, mas estamos aprendendo a gravar.


Agora a Monstro dos Mares está utilizando o aplicativo Anchor, que se apresenta como uma alternativa na distribuição de podcasts principalmente no Spotfy e em outras plataformas. Aos poucos vamos adicionar mais canais para atender os diversos agregadores de podcasts, nesse momento, você pode adicionar ao seu aplicativo o endereço RSS:

RSS: https://anchor.fm/s/1ce24980/podcast/rss


Por uma impressora incendiária: é muita ansiedade – último dia

Por uma impressora incendiária: www.catarse.me/impressoraincendiaria

Foram 60 dias com aquele nó nas tripas, é muita ansiedade. Será que vai dar, será que não vai? Aê! Rolou. São tantas emoções dando cambalhotas, mais uma vez, é muita ansiedade. Mas estamos super felizes que já aconteceu, com a ajuda de pessoas em 13 estados brasileiros (até o fechamento desse texto) a impressora vai chegar! Muito mais que a felicidade de contar com a colaboração de vocês é saber que será possível enviar muitos materiais gratuitamente para bibliotecas comunitárias, coletivos, sindicatos, federações, movimentos sociais, grupos de estudos, espaços autônomos e singularidades dos mais diversos espectros do campo anárquico e anarquista.

Nos próximos dias, todas as pessoas que contribuíram na campanha receberão um questionário online para preencher o seu endereço atual ou onde deseja receber suas recompensas, bem como uma área para preencher com sugestões de espaços para receber os materiais. Pode também ser mais de um, pois além de pulular a lista de envios das recompensas, formará uma base de dados para envios futuros, uma vez que mensalmente vamos aos correios despachar material gratuitamente para coletivos e singularidades. Algumas pessoas já estão escrevendo pedindo para receber os materiais, é muita ansiedade! Infelizmente alguns ritos são necessários: O Catarse, mesmo mordendo 13%, leva 10 dias úteis para liberar os recursos e realizar a transferência bancária dos valores. Já estamos adiantando tudo que é possível para fazer antes disso, mas é muita ansiedade!

Na próxima semana, apoiadoras e apoiadores da campanha da impressora e de nossa Rede de Apoio receberão por e-mail um vídeo apresentando os 10 zines que formarão o pacote básico das recompensas e o livro escolhido para compor os pacotes que optaram por recebê-lo. Este vídeo ficará privado e disponível para apoiadoras e membros da rede de apoio e 10 dias depois ficará público a todas as pessoas. Estamos loucos para começar, é muita ansiedade!

Queremos agradecer as diversas pessoas que dispuseram um pouquinho do seu tempo para acompanhar nossa campanha, deram aquela força bacana na divulgação e evidentemente, todas e todos que puderam fortalecer os recursos necessários para que tudo pudesse dar certo. Estamos felizes e ansiosos!

💌 Existem várias formas de colaborar com a editora: faça parte da Rede de Apoio.

🧿 Numerologia e apoios mês de Agosto de 2019

Olá Compas! Neste mês de Agosto de 2019 (passou rapidinho né?) realizamos a migração de plataforma de nosso website, saímos de uma ferramenta proprietária e estamos com o WordPress, uma ferramenta Open Source e adicionamos o complemento Woocommerce para realizar vendas online. Não foi um processo fácil, pois particularmente penso que o ambiente de vendas e conteúdo no mesmo não é uma boa ideia. Vou me permitir estar errado.

Mas outras plataformas ou são mais pesadas como Magento2 ou não possuem todos os complementos necessários e integrações com meios de pagamento como OpenCart e Prestashop. Instalei todas as alternativas que encontrei e a melhor opção foi essa. Já que o novo site seria em WP, fiz a importação do conteúdo do blog no Milharal e confesso que ainda não estou seguro com essa decisão.

Mas estamos aí! Site novo, vida nova!

Estivemos na Escola Frei Doroteu e no curso de Letras Inglês da UEPG conversando sobre a produção de fanzines, mercado editorial brasileiro, resistência anticapitalista, faça-você-mesma e alternativas de autopublicação. Foram experiências bem bacanas e pudemos distribuir bastante material para estudantes do ensino médio e da licenciatura.

Números do mês de Agosto de 2019:

  • Total de impressões: 11.918
  • Livros impressos: 156
  • Livros doados: 32
  • Zines impressos: 363
  • Zines doados: 186

Agradecimento rede de apoio, mês de Agosto de 2019:

  • Lucas Soares
  • Luiz Alberto Barreto Leite
  • Daniela de Souza Pritsch
  • Viviane Kelly Silva
  • Camilo Skrok
  • Willian Aust
  • Cid Vale Ferreira
  • Andrei Cerentini
  • Paulo Oliveira
  • Gabriela Catunda Peres
  • Guapo Magon
  • Contribuições anônimas

Numerologia: Hotsite com informações sobre nossos números mensais/anuais 🔮
https://monstrodosmares.com.br/numerologia

Oficina na Escola Frei Doroteu de Pádua

No dia 23 de Agosto a Editora Monstro dos Mares esteve na Escola Estadual Doroteu de Pádua em Ponta Grossa (PR) atendendo o convite da Professora Daniela. No primeiro momento com a Turma 1ºC conversamos sobre as características, formas, semelhanças e diferenças entre Cordel, Fanzine, Publicações Independentes, Faça-Você-Mesma e o “Grande Mercado Editorial Brasileiro”. Depois foram apresentados formatos como A6, A5, A4, cores e texturas de papéis (Sulfite, Sulfite colorido, Color Plus, Color Set, Kraft e Vergê), bem como alguns itens da nossa coleção como zines com capa em Stencil da Prensa Antifa, minizines da Tytyvivyllus Publicações, Quarto Ambiente e o “Rabisco” de Diego Gerlach pela Ugra Press. Também conversamos sobre métodos de acabamento, costura japonesa, borboleta, grampo. Foi apresentado o zine costurado chamado “Intrépida (Tinder Edition) da @steeerica e zines costurados da Editora Subta. Falamos brevemente sobre as questões de custos de produção, diferenças entre folha e página. Foi supimpa.

No segundo momento do encontro com a turma, passamos para a oficina. Formato do caderno, separação de blocos, aplicação da capa, grampo e opções de finalização. Toda a turma levou para casa os materiais desenvolvidos pelo professor Professor Lúcio Ambrosio Hupalo e Estudantes de General Carneiro no Paraná, através do fanzine “Considerações sobre o passo da Galinha”, os livros “Histórias do CEPAN” e “História das Comunidades de General Carneiro”. E os zines do Professor Aristides Leo Pardo, “Páginas amarelas e negras: o escravo e o pobre nos classificados de jornais dos fins do império e do nascer republicano (1870 – 1930)”, “A navegação fluvial no Rio Iguaçu e o ensino da história local”, “De Tocós a São Pedro: do antigo caminho das tropas ao desenvolvimento de Porto União (SC)” e “A escola e seu entorno como ferramentas de ensino da história local: o caso do Colégio Estadual Túlio de França”.

Cada estudante que participou da atividade levou para casa as publicações montadas na atividade, além da doação de alguns exemplares disponibilizados para consulta na biblioteca da escola. Somando cerca de 1.200 impressões, 50 zines e 10 livros. Todos os custos de impressão, deslocamento e preparação dos materiais foram cobertos pela generosidade das pessoas que colaboram mensalmente com pequenos valores em nossa Rede de Apoio no Catarse.

Professora, professor, leve a Mostro para a sala de aula.

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Receitas para fortalecer lutas: homenagem ao Milharal

Milharal, obrigado por tudo!

Durante alguns anos estivemos presentes na rede de blogs dissidentes Milharal (milharal.org). Esse recanto acolhedor do ciberespaço nos ofereceu guarida e com carinho hospedou nosso blog e muitos outros que seguem por lá. Recentemente tivemos que migrar a estrutura do website da Editora Monstro dos Mares e optamos por realizar a importação do conteúdo no Milharal para o novo endereço. Por isso decidimos escrever essa cartinha. 😉


É fundamental que existam serviços gratuitos para que coletivos e singularidades possam publicar notícias e informações sobre sua organização, disponibilizar conteúdos e divulgar eventos. Nesses tempos estranhos onde aparentemente toda a ideia de internet que a maioria das pessoas tem está concentrada em produtos de grandes corporações. Portanto fazer sua própria mídia, de forma autônoma e independente do Facebook é muito mais do que uma alternativa, mas uma necessidade para quem busca uma contestação ao que está posto.

Apropriar-se da tecnologia é antes de qualquer coisa, apropriar-se da essência da tecnologia. Fazer com as próprias mãos, no bom e velhos espírito punk do faça-você-mesma é mais significativo do que a adoção de uma ferramenta da moda. Esticar os braços, compreender as possibilidades e as necessidades é o primeiro passo para ir na direção da pergunta como fazer. Com isso convocamos:

  1. É hora de gerarmos mais conteúdo sobre as questões que movem nossos coletivos, grupos, federações, sindicatos, bandos e bandas. Precisamos comunicar nossas necessidades e as reflexões sobre o nosso tempo;
  2. Para contornar um evidente bloqueio de nossas formas de comunicação convém diversificar as formas de disseminação dos conteúdos públicos e refinar os protocolos de acesso às comunicações seguras, prezando pelo anonimato e sem intermediários. Não há motivos para divulgar notícias, eventos e conteúdos somente no Facebook ou WhatsApp. Criar um blog pode ser um bom começo;
  3. Algumas questões não precisam ser ditas nem mesmo se você considerar que o meio é seguro. Não há meio seguro, existem meios menos vulneráveis;
  4. Inserir a cultura de segurança em seu coletivo é uma boa prática desejável e item fundamental para destinar alguns minutos nos pontos de pauta de encontros e reuniões. Ver a metodologia de Segurança de Pés Descalços (spd.libertar.org);
  5. Muito mais do que sermos envolvidos pelas questões que emergem e borbulham em cada semana, é interessante considerar fortalecer os vínculos que temos entre nós e compas. Criar espaços de convivência, diálogo, estudo e práticas de solidariedade entre grupos e comunidades;
  6. Desenvolver estratégias de manutenção dos espaços coletivos, criar possibilidades que possam fortalecer os recursos do grupo. Criar uma rede de pessoas dispostas em apoiar mensalmente as atividades, banquinha de zines, uma editora artesanal, camisetas, eco-bags, pães, distribuição de produtos orgânicos por assinatura, rango vegano, enfim. Existe uma infinidade práticas para viabilizar recursos para despesas operacionais, manutenção de espaços, necessidades jurídicas, fundos de apoio à compas com doenças crônicas, fortalecer comunidades, etc.;
  7. Fortalecer e disseminar nossa cultura, acolher as pessoas que se chegam, realizar eventos, grupos de estudos, apresentações musicais, cineclube, bicicletas e festivais e possibilitem encontros entre nossos movimentos e comunidades (ver A-fund https://afund.antirep.net/pt/);
  8. Inserir novos passos e revisitar essa lista sempre que possível. Não recorrer à formulas prontas, mas contar com o apoio e solidariedade de compas que já estão no rolê, investigar, descobrir e analisar novos e velhos pontos.

O Milharal hospeda mais de 200 blogs de iniciativas coletivas e singularidades que se movem na atuação social, militância e reflexões sobre o nosso tempo. Nessa grande lista (https://milharal.org/indice/) você pode acompanhar o que nossas amizades, monas, minas e manos estão fazendo e pensando para criar transformações sociais imersivas e com pluralidade de táticas de nossos movimentos.

Envolva-se, mobilize e fortaleça.
Milharal, muito obrigado.

Monstro dos Mares

[livro] O mal-estar do dominante: agradecimento aos apoios

Pessoas da Terra, amizades e compas.

Entre os meses de Abril e Julho de 2019 nos movimentamos para buscar recursos capazes de construir boa distribuição gratuita do exemplar impresso do livro “O mal-estar do dominante”. Um título que consideramos de muita relevância ao catálogo da Monstro dos Mares por abarcar em sua proposta aspectos que fazemos questão de elencar ainda que brevemente.

Método: a autora busca em sua metodologia ouvir (e estudar) a voz de personagens que por muitas vezes nos escapam aos sentidos, ficando sua interpretação restrita à generalização apressada e ao senso comum. O homem branco, cis, hétero é o objeto desse estudo que busca compreender as origens de sua falta de empatia.

Forma: É raro, não, raríssimo entrarmos em contato com um “ensaio enquanto tese”. Não é comum, nem sempre é aceito, muitas vezes se perdem na origem. A universidade tem seus ritos e nem sempre é possível romper com as formas do estabelecido. A autora nos apresenta o ensaio em primeira pessoa que deu origem à sua tese, que mesmo não sendo aceito entre os muros do conhecimento dominante, foi recebido nesta editora de braços abertos e fazemos muito gosto de sua ampla divulgação.

Em momentos tão difíceis de nossa sociedade, onde o preconceito, o patriarcado, a falta de amor e empatia causam estragos praticamente irreversíveis nas relações entre as pessoas, esse livro traz unidade, senso de cooperação e amor por tudo que acreditamos e por tudo que fazemos para combater as pequenas e as grandes opressões cotidianas.

Esse livro só foi possível graças à colaboração e solidariedade de pessoas que voluntariamente contribuíram no Catarse com recursos financeiros, transformando o projeto em realidade. Agradecemos imensamente as colaborações de:

  • Adail Sobral
  • Barbara Iansa de Lima Barroso
  • Bêh Arsênio
  • Camilo Skrok
  • Carolina Fernandes
  • Clara Silveira
  • Claudia Mayer
  • Cristina Zanella
  • Emily Vasconcellos
  • Fabiane Lettnin
  • Janaina WH
  • Leonardo Morales Ferreira
  • Lucas Alves
  • Luci Mari Leite Jorge
  • Patrícia dos Santos Quintana
  • Rafael Kimura
  • Régis Garcia
  • Rochele Souza Barbosa
  • Tiago Jaime Machado
  • Trober
  • Apoiadores e apoiadoras que optaram pelo anonimato
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